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Pelo projeto, o futuro Anel Viário, como é chamado o desvio da BR-101 que começará na Estiva, em Biguaçu, e terminará em Palhoça, só teria três viadutos nos 13 quilômetros iniciais que cortarão o município de Biguaçu.

Em suma, os moradores das regiões de Fazenda e Sorocaba não teriam acesso e, para cruzar a futura rodovia, teriam de literalmente fazer uma volta quilométrica.

Para evitar isso, o prefeito Ramon Wollinger (PSD) reuniu-se com representantes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), ocasião na qual apresentou a reivindicação.

Vilson Alves (PP), vice-prefeito de Biguaçu, esteve em Brasília semana passada onde, ao lado do deputado federal Esperidião Amin (PP), reuniu-se na ANTT para enfatizar o pedido para a revisão do projeto do Anel Viário e a inclusão de um quarto acesso para atender Fazenda e Sorocaba.

De acordo com Ramon, que não quer se precipitar, mas tudo indica que a reivindicação será atendida pela ANTT (a boa notícia deverá ser anunciada a qualquer momento) e os moradores de Fazenda e Sorocaba vão mesmo ganhar o quarto acesso. Portanto, uma grande vitória para a comunidade.

 

ÁREA INDUSTRIAL

Saindo o quarto acesso, Ramon planeja mapear alguma área na região com o objetivo de criar uma área industrial. O surgimento do próprio Anel Viário impulsionará a instalação de empresas.

E por falar em empresas, o prefeito informa que duas empresas grandes estão instalando-se em Biguaçu. A primeira é a Central de Distribuição Koerich, no bairro Janaína. Isto é, o Koerich escolheu Biguaçu como a depósito geral de toda a rede.

Ramon informa que há uma segunda empresa também na área da distribuição. Não citou o nome porque a empresa ainda está em tratativas, mas o prefeito salienta que a instalação da mesma vai gerar um número considerável de empregos.

Dentro do planejamento da prefeitura, há um estudo com o objetivo de atrair empresas, ainda mais que o município ganhará o Anel Viário.

 

ANEL VIÁRIO

E por falar em Anel Viário, o futuro desvio da BR-101 de 50 quilômetros, começando em Estiva, Biguaçu, cortando São José e terminando no final do perímetro urbano de Palhoça, só terá quatro pistas: duas para ir, duas para voltar e respectivos acostamentos.

Pensava-se que haveria outras duas pistas para cada lado na lateral da rodovia, mas não terá.

O prefeito Ramon lamenta que não haja essas pistas laterais completares, mas salienta que a prefeitura não permitirá que sejam liberadas construções no raio de 100 metros de cada lado do Anel Viário. Por lei, as áreas laterais de rodovias federais não podem ser ocupadas com construções. São chamadas “Áreas de Domínio”.

Por que isso? É que se o Governo Federal quiser ampliar a rodovia, não precisará ter de demolir construções.

A fiscalização para que as áreas de domínio das laterais do futuro Anel Viário é do governo Federal. No entanto, Ramon informa que a prefeitura de Biguaçu deverá fazer sua parte não permitindo liberações para construções dentro dessa faixa.

No futuro, a ideia é, quando o Anel Viário estiver pronto, começar uma campanha para que seja aberta a rodovia marginal, o que permitirá maior e mais rápida mobilidade no interior de Biguaçu.

 

MOLHES

Outra notícia é a respeito dos molhes da foz do rio Biguaçu. Segundo Ramon, o projeto vai muito bem e tudo indica que o Governo Federal liberará a verba para o início dessa obra em 2018.

“Não quero me precipitar, mas estamos trabalhando para isso. A qualquer momento, teremos uma excelente notícia e o nosso tão sonhado molhe na foz do rio Biguaçu será realidade”, observa Ramon.

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