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Um dos fundadores do PV (Partido Verde) em Biguaçu, o advogado e suplente de vereador, Alfredo Silva Jr, ao ler a notícia nesta semana da inaugurado do parque Lagoa do Amilton, no bairro Praia João Rosa, ficou com uma pulga atrás da orelha: “cadê a Escola do Mar?”

Em 2012, quando o prefeito era José Castelo Deschamps (PP), ficou acertado que a compensação ambiental de um dano ambiental que havia sido cometido no município seria investida na construção da sede da “Escola do Mar” dentro do terreno do parque da Lagoa do Amilton.

O dano ambiental em questão foi a derrubada de 400 árvores no terreno onde foi liberada a construção futura de um empreendimento imobiliário chamado “Nova Biguaçu”, entre o centro de Biguaçu e o bairro Praia João Rosa.

Por ter derrubado as 400 árvores, as construtoras Beco Castelo e RDO tiveram, para cumprir a lei, de dar uma “Compensação Ambiental” e o que ficou determinado, segundo Alfredo, foi a construção justamente da sede da Escola do Mar pelas duas construtoras.

“Participei da discussão desse debate e, na época, ficou acertado que a sede da Escola do Mar no parque da Lagoa do Amilton teria antiteatro, sala de computação, sala de evento com cadeiras e tudo equipado. Para minha surpresa, nada disso foi feito. Ninguém vai dizer que não foi acordado isso. Cadê a Escola do Mar?”, indaga o advogado que deverá procurar o Ministério Público ano que vem para chamar a atenção para que a obra, que beneficiará a população, seja feita de uma vez por todas.

Mudando o assunto, mas na mesma linha da cobrança: o advogado Alfredo lembra o caso do posto de saúde do bairro Prado, aquele que foi construído sem escada ou rampa de acesso. “A prefeitura havia prometido que ficaria pronto até o final deste ano de 2017, mas não ficou. Qual a desculpa desta vez?”. Indaga.

 

 

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