Publicidade

Os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, acabaram de decidir que a sentença do juiz Sérgio Moro que condenava Lula tem de ser mantida. O resultado foi 3 a 0 pela condenação.

O recurso da defesa de Lula foi negada e os desembargadores aumentaram a pena de Lula. Dos 9 anos e meio sentenciados por Moro, os desembargadores ampliaram para 12 anos e um mês em regime fechado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

No processo, os desembargadores entenderam que ficou provado que Lula e sua falecida esposa eram realmente os donos do Triplex da praia do Guarujá, litoral de São Paulo e que o imóvel faria parte do pagamento de propinas da empreiteira OAS para conseguir contratos na estatal Petrobras.

Para o advogado de Lula, Cristiano Zanin, o processo foi falho, pois, segundo ele, o juiz Sérgio Moro não permitiu a realização de certos laudos que, de acordo com a defesa, “mostrariam a inocência do ex-presidente.”

 

PRISÃO

A prisão está por enquanto descartada, pois Lula tem direito a recursos no STF (Superior Tribunal Federal) e Supremo Tribunal Federal. Além do mais, o procurador regional da República Maurício Gotardo Gerum não irá formalizar a prisão cautelar, pois afirmar não querer “precipitá-la”.

A assessoria de Lula afirmou que Lula irá viajar no próximo sábado (27/01) para a África do Sul  para participar de um encontro de líderes na Etiópia, em uma viagem que já havia sido anunciada ao tribunal.

Publicidade