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Recebemos de João Fernandes da Silva Júnior (joaofdasilvajunior@hotmail.com) a seguinte carta, que transcrevo-a ipsis litteris: “Em recente sessão da Câmara dos Vereadores de Biguaçu, agentes de saúde e agentes de endemias estiveram presentes para mostrar apoio a todos os vereadores que estão do nosso lado em nossa luta contra o concurso público para as vagas já preenchidas pelos acs e ace. O único vereador que nunca compareceu às reuniões, desde 2017, referentes a esta questão foi o Dr. Adriano. O que é muito estranho, já que foi eleito para representar o povo e comparecer às ditas reuniões, nas quais ocorrem votações de projetos de lei. Este nunca se posicionou nem a favor e nem contra o projeto de lei 012/2017. Quem fica em cima do muro é vizinho fofoqueiro tomando conta da vida dos outros. Não admitimos um vereador, eleito pelo povo, e médico, não tomar uma posição definida, é o mesmo que ser contra os trabalhadores da área da saúde.”

 

SINDICATO

Continua: “O SINTRAMUBI protocolou uma ação rescisória na justiça, contra a decisão justa juridicamente, embora desumana, tomada pelo Ministério Público em Biguaçu.

Temos em Biguaçu acs atuando há pelo menos 18 anos. Conquistamos a confiança e a amizade dos pacientes. Sabemos de sua vida e de suas necessidades. Mantemos a temperatura em um ponto não muito quente, com relação à saúde e a precariedade desta por causa de uma O.S. chamada ISEV, que mostrou-se, em seus 4 anos de atividade aqui total incompetência para gerenciar a saúde nesta cidade.

Enquanto a sessão transcorria na Câmara dos Vereadores, eu conversei com prefeito e secretário de administração, e este último, agora com carta branca do gestor, tem posicionado-se favoravelmente à nossa causa, ressaltando que o Dr. Daniel César da Luz sempre recebeu-nos com tratamento digno e cortês.

O que ficou acertado é que a comissão da saúde, composta pelos vereadores: Magali, Nei Cunha, e, quem sabe; oportunamente; caso for possível; se não houver outro impedimento; não chova intensamente; não faça sol muito forte; não haja uma epidemia na cidade; um ataque com bombas atômicas; ou uma manifestação de zumbis semelhante à da série Walking Dead, o Dr. Adriano talvez estará presente. E teremos também a presença do SINTRAMUBI e dois acs fazendo parte desta comissão para resolver esse impasse com o Dr. Daniel.”

 

BRONCAS

Continua: “Não queremos regalias e nem benefícios injustos, desejamos e lutamos pelo reconhecimento de nosso trabalho já realizado em benefício da população.

Que haja concurso, porque é necessário e pedido pela lei, mas somente para as vagas em aberto, ou seja, às que não estão ocupadas. Existem, pelo menos, 20 micro áreas (setor de atuação exclusivo de cada acs) sem a presença de acs. Há o episódio dos escorpiões necessitando também de agentes de endemias. Agradecemos a oportunidade de diálogo que foi aberta para nós; e entendemos isso como um reconhecimento, por parte do gestor, Ramon Wollinger, para com os acs e ace. Não somos funcionários comissionados e nem temos salários altos, mas TODOS NÓS FIZEMOS UM PROCESSO SELETIVO, PASSAMOS NA PROVA, O QUE É PRECONIZADO PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE, e estamos de acordo com as leis 11.350/2006, Emenda constitucional 51, e lei 13.595. Por isso, sabemos que esse impasse será resolvido com elegância, boa vontade e valorização para aqueles que têm se empenhado por muitos anos em prol da saúde dos munícipes de Biguaçu.”

 

DENÚNCIA

João prossegue: “Como eu, particularmente, sei também que o conjunto de folhas sem sentido, em um processo administrativo mal elaborado, e com cunho de perseguição política, será arquivado, pois, os fatos alí descritos não correspondem exatamente à verdade. Paciente com pouca leitura não podem assinar um documento sem a presença de uma terceira pessoa, atestando e lendo o que o documento traz escrito. Denúncias realizadas por pessoas que não têm coragem de se identificar (enquanto minhas testemunhas se identificaram nominalmente, com endereço e telefone) são inconsistentes. Uma comissão julgadora, na qual uma das pessoas tem um boletim de ocorrência contra ela por assédio moral, e outra denúncia no conselho tutelar, é complicada. O fato de tudo isso ter sido produzido sem o meu conhecimento, e, portanto, sem possibilidade de me defender desde 2016, torna o PAD sem valor. E hoje quem me julga hoje, amanhã poderá se tornar réu. A meu favor, tenho os mesmos pacientes que anteriormente foram induzidos a assinar documentos contra mim. Tenho abaixo-assinado favorável, e meu trabalho de mais de 6 anos como agente de saúde.”

 

INFORME

Fernandes continua: “Meus pacientes são o meu maior testemunho do quanto trabalho e me dedico a eles. Dezenas deles se ofereceram para ser testemunhas a meu favor. A enfermeira que produziu tanta coisa contra mim – Dayani Casanova – responde a uma denúncia que fiz contra ele no COREN. Além dela, as enfermeiras Patrícia Hoffmann, Ana Paula Dias e Bárbara Cristine Manuel foram denunciadas por mim, por assédio moral e humilhação. Por causa disso, sei que a justiça prevalecerá, e a dita comissão arquivará o meu processo administrativo disciplinar, caso contrário, o SINTRAMUBI entrará com mandato de segurança, e eu processarei a prefeitura municipal de Biguaçu por perseguição política, porque este é o fundamento do meu PAD, embora ninguém da gestão tenha confirmado isso, eu tenho a mensagem da enfermeira Dayani Casanova escreveu que era orientada a fazer isso. Orientada por quem? Com qual finalidade?

 

CONCLUSÃO

Finaliza: “Porque eu não apoiei o candidato dela para vereador? Porque saí na caminha da vereadora Magali? Porque essa enfermeira me disse,em sala fechada, somente com a minha presença e a dela, que caso o candidato a prefeito ganhasse (no caso, Ramon Wollinger), a coisa ficaria difícil para mim, pois não continuaria trabalhando na prefeitura? Não tenho nada contra a atual gestão, mas, então, quem orientou a enfermeira Dayani a produzir tanta coisa, quando outras 3 enfermeiras que trabalharam comigo, por mais tempo que ela, nada escreveram sobre mim? Onde estão as provas grafotécnicas de falsificação de assinatura, que o então secretário de saúde Gabriel Loeff comentou ao escrever que eu falsifiquei assinatura? A continuidade deste processo administrativo me fará trabalhar com mandato de segurança e processar cada um dos envolvidos, por estarem jogando meu trabalho feito com dedicação em benefício dos meus pacientes, na lama.”

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