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Vou reproduzir uma reportagem publicada no último dia 23 de julho de 2018 no site da NSC cujo título da matéria é “Agente penitenciário é acusado de receber sem trabalhar durante cinco anos de SC”. Aqui a transcrição: “Segundo a ação movida pelo Ministério Público, o agente penitenciário  Elzio Luiz Petzel recebeu durante cinco anos, entre 2009 e 2014, R$131 mil por 338 plantões que ele não fez. O MP apurou que o agente penitenciário estudava medicina na Universidade em Joaçaba, no Meio Oeste, e assinava os livros de registro como se tivesse cumprido integralmente os plantões no presídio, mas na verdade nas  mesmas datas e horários estava participando das aulas no curso de medicina.

Segundo o Ministério Público tudo era feito com o conhecimento de três ex-gestores da unidade prisional, que também são réus na ação: Ademar Sebastião Jacomel, Rodinei Cezar de Bastiani e Narciso Tacca.

A reportagem tentou contato com o agente e com os ex gestores citados pelo Ministério Público, mas, não conseguimos falar com eles.”

BENS BLOQUEADOS

Continua a matéria: “Atualmente o agente penitenciário concluiu o curso de medicina  e está afastado das funções no presídio de Joaçaba. O então médico e os ex-gestores tiveram os bens bloqueados pela justiça, por meio de uma medida liminar.

 Segundo o MP, só o agente prisional, agora médico, terá que devolver R$ 169 mil aos cofres públicos. Ainda cabe recurso dessa decisão.

A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SJC-SC) e o Departamento de Administração Prisional (DEAP-SC) disseram que os fatos no Presídio de Joaçaba foram devidamente apurados pela Corregedoria da SJC através de Sindicância Investigativa, sendo remetidas cópias ao Ministério Público. Em continuidade ao regime

jurídico administrativo será instaurado Processo Administrativo Disciplinar que ao final

 fará as sugestões de punições aplicáveis ao caso.”

EM BIGUAÇU

Aqui em Biguaçu alguns vereadores da oposição e o ex-prefeito Tuta entraram com uma solicitação para  que o MP investigue se o prefeito Ramon exerceu o cargo de agente penitenciário ao mesmo tempo que exercia o cargo de vice-prefeito recebendo pelas duas funções públicas que é vedado pela lei.

O Jornal já tentou pegar a versão de Ramon mas o homem não responde se essa acusação procede. Vamos ver se ele consegue se esquivar da investigação do Ministério Público. O médico da que trabalhava no presídio de Joaçaba e recebia sem trabalhar

não conseguiu escapar. Tomara que o exemplo feio de lá não seja o um espelho daqui. Homem público não pode querer receber em trabalhar. A sociedade merece a explicação do atual prefeito de Biguaçu.

 

Décio Baixo Alves

E-mail: decio@jbfoco.com.br

 

https://jbfoco.com.br/mp-deve-investigar-denuncia-de-que-ramon-teria-sido-funcionario-fantasma/ 

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