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“Saúde sempre será prioridade, ao lado da Educação. Até por isso recebem um percentual fixo. Aqui em SC nós fomos além do que diz a Constituição Nacional. Uma iniciativa da minha autoria na Alesc aumentou o investimento obrigatório de 12% para 15%, o primeiro Estado a fazer isso no País.
Então já teremos mais recursos para a área, pelo menos R$ 8 bilhões a mais nos próximos 10 anos. O objetivo seguinte é quebrar o modelo da ambulancioterapia. Temos as chamadas cotas regionais, em que uma região pode fazer só 100 ressonâncias magnéticas, por exemplo, mas às vezes precisa de 150. Então embarcam e levam para Florianópolis para fazer o exame.
Por que não é feito na própria região da pessoa? A solução é simples, mas difícil de ser feita. Mais recursos, consultas perto da sua própria cidade e o rompimento de um modelo que traz de forma desnecessária atendimentos para sustentar o aparelho de Saúde pública montado em Florianópolis. Tudo isso com fila única, um sistema que não permitirá ninguém furar.
Nossa proposta também é criar um modelo de Hospital-Espelho, que será a referência como meta para todos demais, como em número de funcionários por leito, por exemplo, para uma comparação de eficiência. Vejo muito potencial no Hospital Regional São Paulo, de Xanxerê, para alguns dos indicadores.”

Andréa Leonora

Editora Coluna Pelo Estado
(48) 9 9961-3328

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