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Diz o ditado popular: “pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Parodiamos: “tiro na nuca dos outros é refresco”. Por que a “radical” inversão do ditado? Expliquemos.

O PT, PCdoB, PCO, PSOL, P de não sei o quê e inúmeros outros partidos políticos de viés esquerdista citam ad nauseam o período em que o Brasil foi governado por sucessivos presidentes militares entre 1964 a 1985.

Lembram das torturas e mortes de presos políticos. Criticam o fato de que no período em questão não havia eleições livres para Presidente da República. Falam das prisões por razões políticas.

Ninguém aqui está defendendo a ditadura militar brasileira, que oficialmente matou 434 cidadãos por razões políticas. Também ninguém aqui está aplaudindo a ditadura militar da Argentina que eliminou, em seus cárceres e centros de tortura entre 1976 a 1982, mais de 30 mil opositores, ou seja, uma meia Biguaçu de mortos.

Mas alguém já se perguntou se os grupos armados esquerdistas, num dos quais participou a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) no final dos anos 1960, que levantaram em armas contra os militares golpistas, tivessem conquistado realmente o poder tal como ocorreu em Cuba em 1959 pelos rebeldes esquerdistas liderados por Fidel Castro (1926-2016)?

No programa desses grupos guerrilheiros, não havia uma só menção à palavra “democracia”. Se conquistassem o poder, eles advogaram que iriam implantar a “Ditadura do Proletariado”.

Em resumo: a ditadura da Direita é repugnante, vil, um ataque frontal à democracia, mas a ditadura, desde que seja de Esquerda é “salutar”, “honesta”, “melhor para o país”?

Ídolo e inspiração dos grupos guerrilheiros da Esquerda Radical dos anos 1960 e 1970, Che Guevara (1928-1967), cujo rosto estampa milhares de camisetas, cartazes e cabeçalhos de publicações esquerdistas do Brasil e de toda a América Latina, é apresentado como um “idealista que lutou pela utopia por um mundo melhor”, mas o que os filmes em sua homenagem e toda a literatura esquerdista omitem é o lado negro desse personagem histórico, pois o “companheiro” Che foi responsável no mínimo, oficialmente, por 1.892 execuções pelo “paredón” durante a revolução cubana. Acredita-se que ele próprio matou uns 180 prisioneiros dando tiro direto na nuca, seu “modus operandi” preferido da sua “justicia revolucionária”.

Aliás, isso nem é segredo. Em 12 de dezembro de 1964, em plena ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York, EUA, o próprio Che confessou aos diplomatas ali presentes: “Nós temos que dizer aqui o que é uma verdade conhecida, que temos expressado sempre diante do mundo: fuzilamentos, sim! Fuzilamos, estamos fuzilando e seguiremos fuzilando até que seja necessário.”

Guerra é guerra, é verdade, mas espera aí: quantos inocentes, sem julgamento, sem o elementar direito à defesa, pais de família, foram mortos sumária, direta e indiretamente por Che Guevara durante os primeiros anos da tomada do poder em Cuba?

E no final, os militares do golpe de 1964 são os “monstros”, assassinos e torturadores?

Por isso, não é nenhum exagero dizer: tiro na nuca dos outros é refresco (!!!)

 

Ozias Alves Jr

E-mail: ozias@jbfoco.com.br

 

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