O editor do JBFoco recebeu o telefonema de uma senhora de 35 anos de idade que reside em Monte Verde, Florianópolis. Ela chegou ao jornalista após ler na internet uma reportagem publicada aqui no site do jornal Biguaçu em Foco sobre a estranha história paranormal da aparição de uma carroça guiada por macacos que batem lata pela rua do bairro Prado por volta das 3 horas da madrugada.

Por incrível que pareça, essa história é contada por vários moradores do bairro Prado, sendo que cheguei a entrevistar uma moradora que afirmou ser testemunha ocular do tal fenômeno, isto é, afirma ter realmente visto o tal vulto e escutado a barulhenta passagem da tal carroça.

O interessante foi que o jornalista, tempos depois de ter publicado esta história do “folclore biguaçuense” (sim, se não tiver algum registro em vídeo, vamos registrá-lo como “folclore”), recebeu o telefonema do interior do Paraná de uma senhora que contou exatamente a mesma coisa que, segundo ela, ocorreu numa madrugada, às 3 horas, em sua rua.

 

CASO

O caso que aqui será relatado é paranormal, mas completamente diferente. A senhora de Florianópolis, que acessou a matéria, leu no final da reportagem o número do whatsApp do jornalista. E foi assim que fez o contato.

Sua história é a seguinte.  Como dito antes, ela tem 35 anos e pediu para que seu nome não fosse divulgado para não virar alvo de chacotas, o que é bem compreensível.

Maria (nome fictício pelo qual a partir de agora iremos referir-se a ela) é natural de São Paulo e mora em Florianópolis por volta de uma década.

Seu pai é português e sua mãe é uma paulista ligada a um culto religioso em que invoca espíritos da natureza.

Maria, que trabalha como doméstica, morava com o marido e um filho pequeno num casebre atrás da casa da mãe, situada no alto do morro do bairro Saco Grande, em Florianópolis.

Mas sua vida mudaria de cabeça prá baixo em fevereiro de 2018.

 

INVOCAÇÃO

A mãe, que é feiticeira, teria feito um ritual em sua casa e liberado um espírito de natureza maligna.

E numa noite escura, Maria chegou em casa quando, de repente, escutou um barulho vindo da mata local. Foi então que ela viu o ser cujo formato não soube precisar a não ser seus olhos azuis enormes.

Ela ficou paralisada, mas o ser não a atacou. Pelo contrário. Adentrou-se pela mata.

 

ATAQUES

Mas como dito antes, sua vida literalmente virou de cabeça prá baixo. Passou a sentir uma presença estranha de alguém vigiando-a, mas não conseguia ver quem era.

Aos poucos, começou a enfraquecer ao ponto de ficar de cama paralisada. Motivo: seu coração adoeceu.

Passou a ter um ódio intenso da mãe, a quem acusa de ser a responsável pela invocação do tal espírito. Ela conta que as invocações já fazem dois anos mais ou menos, mas a coisa saiu fora de controle em fevereiro de 2018.

Mãe e filha acabaram rompendo-se e Maria mudou-se para a casa de uma amiga, onde mora de favor, no bairro vizinho de Monte Verde.

 

POSSESSÃO

Mesmo longe de casa, Maria sente que a “criatura”, agora invisível, a persegue não deixando-a dormir.

Ela observa que sente o espírito aproximar-se de sua cama e entrar em seu corpo através dos pés em direção a seu coração.

Outro sintoma de seus males foi a cegueira. Sim, ela ficou cega, mas momentaneamente por questão de dias. A visão voltou-lhe tempos depois inexplicavelmente.

 

AJUDA

Como dito antes, mãe e filha não se falam mais. Maria buscou ajuda na Igreja Católica, mas não conseguiu descobriu o que foi.

“Minha mãe veio do inferno. Estou nesse perengue todo por causa dela”, conta.

Quem puder ajudá-la, que entre em contato com esse jornal. Depois de conversar e verificar que se trata de ajuda profissional paranormal, o editor deste jornal passará o número do celular de Maria.

 

CONTATOS

Se você tiver alguma história paranormal (assombrações, óvnis etc), o JBFoco está a sua disposição. Garantimos o sigilo absoluto. O fone/whatsApp do editor do JBFoco é (48) 9-9616-7773.

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