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Na terça-feira da semana passada (15/01), houve uma tragédia no Rio de Janeiro de repercussão nacional. Um jovem de 22 anos chamado Matheus Lessa foi morto quando tentava proteger sua mãe durante um assalto.

No dia seguinte (quarta, 16/01), a polícia prendeu um suspeito do latrocínio- Leonardo Nascimento dos Santos, 27, um afrodescendente e eletricista de profissão. Quatro testemunhas o teriam reconhecido como o autor do tiro.

A família do suspeito Leonardo alega que se trata de um inocente e apresentou um vídeo de vigilância de rua que mostra Leonardo indo para um campo de futebol às 18h46 e retornando pelo mesmo caminho às 19h09 naquela terça (15/01). Naquela mesma hora, a três quilômetros de distância, houve o assalto em que Matheus foi morto, em Guaratiba, zona norte do Rio de Janeiro, fato ocorrido pouco antes das 19h.

Em suma. As testemunhas, segundo alega a família, podem ter confundido Leonardo, negro, alto e magro, com o assaltante que possuía as mesmas características.

Em resumo: se ninguém provar o contrário, tem tudo para ter sido um lamentável um erro de reconhecimento com certo toque de “racismo”.

Além disso, segundo a advogada da família do suspeito preso (sim, Leonardo foi preso e encontra-se trancafiado), alguém divulgou uma foto dele pelo facebook e whatsApp alegando ser o “autor do delito”. Haja irresponsabilidade!!! Já imaginaram se Leonardo fosse linchado pela população?

Ninguém aqui está dizendo que Leonardo é “inocente” ou “culpado”. Isso caberá a polícia reunir as provas e a justiça julgá-las. O que se sabe de certeza absoluta e categórica é que Leonardo, o suspeito preso, não têm antecedentes criminais, o que o ajuda a reforçar na tese do engano.

O que podemos extrair dessa história é uma certeza: quanto mais câmeras de vigilância houver espalhadas pela cidade, melhor. Explicamos.

É verdade que câmeras tiram nossa privacidade e dão aquela sensação meio desagradável de estarmos sendo vigiados, mas se o cidadão não insistir em querer ousar andar pelado no meio da rua, elas sempre podem ajudar no esclarecimento de crimes.

Há dois tipos de câmera. Uma é operada por vigilante, que a manobra por controle remoto. É um serviço caro e especializado. Não é possível custear milhares de câmeras com vigilância 24 horas.

Mas existe uma opção mais barata. É a câmara fixa, sem atuação de vigilante e com suas gravações sendo armazenadas instantaneamente numa central, podendo até mesmo ser o You Tube, serviço totalmente gratuito. Aliás, já existem câmeras instaladas em cidades dos EUA, por exemplo, filmando ao vivo 24 horas o movimento de certas ruas e qualquer pessoa pode assistir “numa boa” do computador de sua casa como se fosse um “Big Brother” da vida real. Se não estão apontadas para entradas de motéis, que mal há?

Gravações são um “tesouro” tanto para investigações policiais como também “esperança” de famílias para provar a inocência de entes queridos em acusações graves como é o caso relatado aqui.

O que for possível colocar câmeras, que se coloque, pois não há preço que pague livrar inocentes de crimes que não cometeram ou no esclarecimento dos crimes em si.

 

Ozias Alves Jr

Editor

 

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