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Passa a carruagem. É subir ou ficar. Lamentável para quem fica, porque a vida não perdoa e as oportunidades, nos dias de hoje, menos ainda. E para os que sonham alto e almejam vencer é sempre bom lembrar que inteligência e esforço próprio, caminham lado a lado rumo a conquista da vitória final.

E enquanto uns reclamam das provas a que tem que se submeter todo formando do curso de Direito com pretensão a exercer a profissão, que é a prova da Ordem dos Advogados do Brasil, a sociedade aplaude. E todos hão de concordar que não é para menos, afinal, bons profissionais ainda são raros no mercado de trabalho.

Com a palavra, um ex-presidente da OAB/SC, que há poucos anos, em entrevista a um telejornal, afirmou categoricamente que o conteúdo das provas da Ordem, eram nada mais, nada menos do que o estudante deve aprender nos cinco anos de curso, ou pelo menos deveria.

Se a dificuldade aumentou, tanto melhor e nestes casos o que é considerado difícil para uns é relativamente fácil para outros. Tudo depende do empenho pessoal de cada indivíduo e do sucesso da faculdade que cursou. Redundante lembrar que a Universidade Federal de Santa Catarina ainda tem o maior índice de aprovação na prova da Ordem, doa a quem doer, mas verdade seja dita.

O mesmo acontece nas provas que os formandos de medicina prestam na hora de optar pela residência médica. Porque cá entre nós, mas tanto na vida quanto na profissão, muitos já tiveram a infeliz experiência de se deparar com profissionais desta área que não sabiam receitar sequer um anti-inflamatório para uma simples dor de garganta, isso sem falar nos erros crassos que muitos cometem nos postos e hospitais afora.

E é triste vermos profissionais que não tem preparo suficiente e nem segurança no trabalho para o qual estudaram e realizam e tudo porque quando a base não é sólida, a casa cai.  E diante de tal realidade só há uma conclusão a que podemos chegar, que algumas profissões não são para todos que querem, mas para os que podem.

E seria muito bom, digamos até mesmo emergencial, que a exemplo da Ordem, todos, em todos os cursos, prestassem provas antes de sair por aí exercendo profissões, muitas vezes, sem um mínimo de capacidade ou com uma capacidade extremamente restrita. Verdadeiros perigos à sociedade. Mas… Quem sabe um dia… Porque sonhar ainda é de graça e até onde se sabe, não faz a ninguém!

 

Adriana Costa Alves

 

OAB. (Foto Google Images- Divulgação)

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