Décio Baixo Alves

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CLASSE JORNALÍSTICA

 

Hélio Costa. (Foto Douglas Gomes)

Transcrevo: “O deputado federal Hélio Costa defendeu a liberdade e o respeito aos profissionais de imprensa na audiência pública realizada sobre o tema na Comissão de Direitos Humanos e de Minorias da Câmara, em Brasília. O parlamentar concordou com a proposta de federalização de crimes contra trabalhadores da comunicação discutida no encontro.

Além de federalizar os crimes contra jornalistas e comunicadores, outras sugestões ocorreram na audiência, tais como: levantar os projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados sobre a violência contra trabalhadores do setor, buscar transparência no pagamento de patrocinadores de redes sociais e colocar no Código de Ética do Congresso a incitação de violência contra profissionais da imprensa como quebra de decoro.

“O jornalista é um cidadão curioso por natureza e compromissado com a verdade. Estas características trazem riscos a sua integridade. É preciso coragem para enfrentar o dia a dia. Por isso, o respeito aos profissionais e à liberdade de imprensa são essenciais à democracia”, disse o deputado Hélio Costa.”

NÚMEROS E IMPUNIDADE

Continua: “De acordo com o relatório “Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil – 2018”, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), os casos de agressões aos trabalhadores do setor cresceram 36% em 2018 em relação ao ano anterior. Em 2017, foram registrados 99 casos de agressão, ao passo que, em 2018, foram 135 ocorrências contra 227 jornalistas, uma delas resultando em um assassinato. Ainda segundo o relatório, a agressão física foi a forma de violência mais usada, acometendo 58 vítimas. Em comparação com 2017, as agressões verbais e impedimentos do exercício profissional aumentaram mais de 100%. Já as ameaças e intimidações cresceram 87%”.

FIESC 

Marcos Kawagoe deu algumas dicas sobre eficiência. (Foto Divulgação)
Taxa de Produtividade. (Foto Divulgação)

 

Transcrevo: “A Vice-Presidência Regional Sudeste da FIESC, em parceria com a CNI, promoveu palestra com o Consultor do Programa de Desenvolvimento Associativo – PDA, Marcos Kawagoe, sobre produtividade nas organizações. “Buscar eficiência é essencial para as empresas continuarem a se desenvolver, mesmo durante esse período de dificuldades que estamos vivendo. Promovemos essa discussão para apoiar a indústria” disse o vice-presidente regional da FIESC, Tito Alfredo Schmitt.

Marcos Kawagoe deu algumas dicas sobre eficiência. “É preciso otimizar o tempo nas pequenas atividades. Só o fato de mudar equipamentos de lugar, deixando-os mais próximos e visíveis para os operários, já aumenta a produtividade de uma empresa. Parece fácil, mas as pessoas não percebem a diferença que esse tempo faz porque acham irrelevante”.

Conforme dados da CNI, desde 2000 o trabalho na indústria brasileira cresceu 8.8 pontos percentuais no índice de competitividade do trabalho, crescimento este que o palestrante considera baixo em comparação com outros países. “Isso não é um problema apenas para o trabalhador ou o dono de uma indústria. Se o Brasil não consegue suprir as demandas do mercado externo, deixamos de criar novos negócios e o país vai ficando para trás na economia mundial”.

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