Um vereador de Indaial e presidente da Câmara local, Antônio Carlos Fink, protagonizou o escândalo estadual na última sexta-feira (21/06) ao ser preso num supermercado de Balneário Camboriú acusado de supostamente ter furtando mercadorias.

O verbo é “furtar”, que é diferente de “roubar”. Furtar é quando o cidadão leva produtos que não são seus ou pelos quais não está pagando ao proprietário de forma ESCONDIDA, às vezes discreta, sem que ninguém veja. “Roubar” já é usar qualquer tipo de violência e levar os produtos abertamente.

Como Fink levou os produtos DISCRETAMENTE, às escondidas, o verbo correto é “furtar”.

Dito tudo isso, vamos ao primeiro detalhe do caso. Antônio Fink foi flagrado tentando supostamente sair do estabelecimento com certos produtos sem passar pelo caixa.

Quando os policiais foram verificar o carro dele, verificaram que havia mais produtos no veículo e alguns dos quais acondicionados em saquinhos de supermercado.

Bom! Isso não quer dizer nada a priori. Podem ser produtos que ele comprou em outro supermercado. O problema foi que, segundo a notícia divulgada, Fink não tinha o cupom fiscal que comprovasse a compra.

Lição nº 01: toda vez que você for a um supermercado, pegue o ticket e não jogue fora, pelo menos até o momento em que você sair do estabelecimento. Motivo: se o supermercado o acusar de algum problema, você tem o cupom que comprove que os produtos que estiverem no seu carro são realmente comprados. A falta desse documento, que é entregue quase que automaticamente pelos caixas de supermercado, fez uma falta danada ao vereador de Indaial.

Antônio Carlos Fink, presidente da câmara, acusado de furto num supermercado em Balneário Camboriú. (Foto Divulgação Redes Sociais)

EXEMPLO

“Todo mundo é inocente até que se prove o contrário”. O vereador Antônio Fink terá os próximos dias para explicar o que aconteceu.

Independente do resultado, a câmara de Indaial precisa ser muito profissional. Caso ele não tenha uma justificativa plausível até amanhã (segunda, 24/06), para o bem da imagem do legislativo, Fink deveria ser afastado temporariamente do cargo como resposta à sociedade.

Caso prove a inocência, Fink seria restituído do cargo o mais rápido possível.

No entanto, a câmara tem de dar o exemplo. Do contrário, a população ficará mais descrente do que já está da política.

https://chat.whatsapp.com/KqM4tyur0hILhDrHAnFFBB

Clique no link acima e receba gratuitamente notícias do JBFOCO regional. Nesse grupo não existe interação. Somente recebimento de matérias jornalísticas de Biguaçu, Antônio carlos, Governador Celso Ramos e região.