Ontem (sábado, 08/06/2019), a banda Tetric Tone, cujo vocalista é o “dinossáurico” Alexandre Camisão, 49, cuja história confunde-se com as eras jurássicas da história do Heavy Metal da Grande Florianópolis, tocou literalmente no meio da rua Victor Meirelles, no centro da capital Florianópolis, situada a 17 quilômetros ao sul de Biguaçu, ponto de referência da região mencionada.

O show em questão ocorreu na frente do Taliesyn Rock Bar, durante a Feira do Vinil, evento que surgiu nos últimos tempos reunindo “dinossauros” do rock da Grande Florianópolis que não aguentam mais estar sofrendo com a poluição em seus ouvidos de tanto “lixo” da modernidade brasileira: o Sertanejo Universitário, porcaria que se toca em tudo que é lugar.

A verdadeira música encontra-se com os “Dinossauros” do Rock e a Feira do Vinil é o início de uma reação que certamente fará eclodir a revolução em torno da verdadeira música que a história registrou e tornou-se imortal através dos fósseis chamados “discos de vinil”.

Dito tudo isso nesta apresentação para introduzir os vídeos anexos a este artigo gravados pela dupla Marco Aurélio Boabaid e pelo mais maldito de todos os poetas da Grande Florianópolis, cujo nome não pode ser revelado por causa de uma maldição a la Tutancâmon, gostaria de registrar o seguinte pensamento: meu “amaravilhamento” (a palavra é raríssima, mas existe) com relação à internet.

Recebi os vídeos e as fotos via whatsapp e resolvi guardá-los registrando-os imediatamente numa matéria no site do JBFoco e no You Tube, pois sei que daqui a 5, 10, 20, 30 anos, certamente esse material fará parte da memória do rock da Grande Florianópolis.

Na minha juventude, nos anos 1980, não havia internet. Filmadoras eram caríssimas. Máquinas fotográficas eram analógicas. Gravadores portáteis eram grandes, inviáveis para se transportar no bolso da calça.

Hoje em dia temos os celulares smart phones com uma infinidade de recursos de filmagem, gravação de áudio e fotografias. É um “barato” tecnológico inacreditável para quem conheceu o mundo antes e depois da internet e da revolução tecnológica.

Em resumo: fico pensando quanto material poderia ter sido registrado para a posteridade se o smart phone existisse nos anos 1980, década áurea do rock de todos os tempos tanto a nível internacional quanto a nível nacional, sem falar do microcosmos da Grande Florianópolis?

Dito tudo isso, vou encerrar a conversa dizendo o seguinte: antes tarde do que nunca. Vamos aproveitar a tecnologia para registrar o máximo. Não deixemos ensaios de banda sem fazer algum vídeo, tirar alguma foto ou gravar algum áudio. Nunca se sabe quanta história pode ser registrada para a posteridade.

Aproveitemos a internet ao máximo. O motivo é simples: os paleontólogos do futuro só têm a agradecer.

Dito tudo isso, mando meu salve à galera com o tradicional grito: “Waaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!!

(Ozias Alves Jr)

Banda Tetric Tone irá apresentar-se em Fpolis

VÍDEOS

 

 

FOTOS

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