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Dez anos atrás, no aeroporto de Salvador (BA), turistas alemães foram presos por trocar roupa em público. Na delegacia, alegaram pensar ser a coisa mais natural do mundo ficar nu em público no Brasil.

Anos atrás, a Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) proibiu fotos de mulatas de fio dental nos cartazes de divulgação turística do Brasil para não vender a imagem de que aqui é a terra da “suruba”.

Essa imagem reflete no guia lingüístico mais popular da Alemanha, o “Kauderwelsch”, que a maioria dos turistas daquele país não dispensa em suas viagens ao exterior.

Deveras! São mais de 200 línguas, dialetos e até manuais de “slang” (gírias) para o turista aprender a dizer o básico do básico e não ficar “boiando” no estrangeiro.

Ao contrário dos outros Kauderwelsch, o “Brasilianisch Wort für Wort” (o guia do português brasileiro) não tem milongas quando o assunto é “palavrão”. Na página 54, o alemão aprende a dizer “put. m….”, “caralh..”, “esse cara é muito p.ntelho”, “filho da p.” etc.

Já na página 120, o guia informa: “Es ist relativ leicht, mit Brasilianer(inne) Kontakt aufzunehmen. Nicht selten entstehen Freundschaften oder verliebt sich” (É relativamente fácil ter contatos com brasileir(o)(a)s. Não raro estabelecem-se amizades ou relações amorosas).

O interessante vem a seguir. O guia ensina: “Eu gosto de você”; em seguida, a frase “eu sou rico” e, para finalizar os três atos básicos para levar uma brasileira à cama, a pergunta: “você usa camisinha?”

Por essas e outras é “entendível” o espanto dos turistas alemães do “auê”, inclusive com repercussão no Jornal Nacional, só porque eles trocaram roupa em público no aeroporto de Salvador.

 

Ozias Alves Jr (Editor)

E-mail: reportagemjbfoco@gmail.com.

 

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