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BOM DIA

Silvia Aguiar. (Foto Divulgação)

Meu bom dia desta quinta-feira, vai para à amiga, Assistente Social de Caxias do Sul, Silvia Aguiar. De Floripa até a cidade fria nesta época da Serra Gaúcha, deixo meu abraço e desejo de sucesso sempre em sua vida. Beijos amiga.

TECNOLOGIA X CONSUMIDOR

Por Olívia Camargo: ”

O quanto você se surpreende com as ações de live marketing e brand experience executadas nos últimos anos? A integração com mobiliário urbano, a geolocalização, o reconhecimento facial e internet das coisas estão cada vez mais presentes em muitos momentos das nossas vidas. Isso já se tornou tão natural, que – as vezes – não percebemos o quanto a tecnologia desenvolveu novas possibilidades para melhorar a experiência do consumidor nos últimos tempos.

Durante anos, visitei os maiores eventos de tecnologia e startups por todo o mundo, como o The Next Web de Nova York e Amsterdã, Techstars, SXSW, 500 Startups e em todos eles me surpreendi com a evolução da aplicação de tecnologia. Antes, eu costumava receber os guias em papel e me perder buscando as palestras e painéis mais interessantes para visitar, mas estes foram substituídos com sucesso por aplicativos, que fazem a função com maestria. Mais do que isso, agora antes mesmo de chegar a qualquer um desses grandes eventos, você descobre o que vai bombar apenas acompanhando influenciadores de nicho ou hashtags no Twitter. Isso caso você decida ir até lá para acompanhar os painéis de forma presencial, já que a transmissão online evoluiu de forma tão significativa que a experiência de conteúdo pode ser excelente no conforto da sua casa.

Em 2019, vamos ver cada vez mais webinars, lives, stories e posts vindos de experiências reais. Não existe mais a possibilidade de evento fechado ou secreto, porque alguém sempre vai postar, então é bom estar preparado. As áreas instagramáveis continuam com tudo, as marcas estão entendendo a sua relevância, afinal, todo mundo quer uma foto bacana para o feed. Por isso, é prudente investir em hashtags oficiais para que seu conteúdo seja encontrado quando todos forem embora, planejar o pós evento é tão importante quanto o planejamento estratégico, porque uma experiência de um dia offline pode durar meses online.

Outra evolução é a gamification, não há quem não jogue – pelo menos – algum tipo de jogo. É divertido observar que os gamers não são mais tão jovens assim e que um case como o da Wendy’s, marca americana de fast food, com o game ‘Fortnite’ seja o vencedor do Grand Prix da categoria Social & Influencer em Cannes, neste ano. Estamos “socializando” dentro de jogos online e isso é sensacional! Para os eventos não é diferente e podemos adicionar a estimulação dos participantes com dinâmicas e pontuação. Essa abordagem vai aparecer e crescer ainda mais com a entrada das novas gerações no mercado de trabalho.

Podemos também nos relacionar de forma indireta com a tecnologia, que talvez não seja perceptível, mas desde o credenciamento via hotsite, até o LED de altíssima resolução para o estande, é puro desenvolvimento tecnológico. Nem sempre é óbvio para o cliente, mas estamos conectados 24 horas por dia e 7 dias por semana. Além disso, a inclusão de tecnologias como convites e transações digitais aumentam o resultado e reduzem custos para os clientes, fazendo com que a tendência com gastos em papelaria sejam cada vez menores.

Uma outra ferramenta que pode ser aproveitada no setor é a realidade virtual e aumentada. Sabemos que no Brasil ainda é uma estratégia cara e trabalhosa, mas vale a pena o investimento em produção de material para este tipo de interação com o público, já que leva uma experiência diferenciada. Temos muitas possibilidades para serem exploradas e cabe aos profissionais utilizá-las em busca de uma experiência 360 para o cliente.

Precisamos evoluir na captação de informações e entender o que fazer com todo material levantado nos coletores e plataformas. Interpretar os dados para o mercado de live marketing ainda não é um pensamento tão maduro, é necessário o desenvolvimento de um trabalho específico de BI para fazer essas experiências cada vez mais assertivas. Afinal, mesmo sem likes visíveis, it´s all about social! ”

*Olivia Camargo, formada em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, atua há 10 anos com comunicação e já desenvolveu branding, estratégias de posicionamento, planos de comunicação e campanhas para empresas de pequeno, médio e grande porte de diferentes setores. Atualmente, é gerente de planejamento e estratégia da MCM Brand Group, contribuindo com uma visão tática para o desenvolvimento de clientes nas áreas de Marketing, Planejamento e Administração da agência, além de desenvolver iniciativas inclusivas e relacionadas à diversidade em seus projetos diários.

DICA

Conhecer a realidade das penitenciárias de SC, e visitar nossos irmãos presos, através do trabalho das pastorais carcerárias.

FRASE

” Muita gente está preocupada com “maus modos” do presidente. Está cheio de gente com ótimos modos e péssimos princípios. O Presidente é um homem de bons princípios.” Paulo Guedes

INFELIZMENTE

Não era o caso de seus antecessores… Dilma, Lula, FHC, entre outros bandidos, que ocuparam o cargo de Chefe do Executivo.

VOCÊ

Quer conhecer um lugar maravilhoso para visitar… Ilha do Ferro em Alagoas, no município de Pão de Açúcar vai lhe surpreender.

SOMOS

A ilha das 42 praias, e com exceção das propagandas enganosas, são poucos os restaurantes que servem um camarão de qualidade por aqui. Tem um modelo a seguir: Camarada Camarão, com espaços em Recife, Rio de Janeiro, Aracaju, Fortaleza, Salvador e João Pessoa.

FUTURO DA EDUCAÇÃO

Empresas e instituições de ensino têm um objetivo em comum: ambas sabem que precisam preparar pessoas para trabalhos muito diferentes no futuro. Abordagens preditivas e ágeis para identificação de habilidades, alterações de currículos e modelos de ensino baseados em soluções digitais serão essenciais. Mas será que elas já estão preparadas para isso?

Estudo recente realizado com empresas e instituições de ensino superior identificou que muitas empresas globais têm sido lentas para adaptar seus programas e abordagens de ensino, e muitas delas ainda estão em estágio inicial de identificação das habilidades mais relevantes no futuro.

Enquanto acima de 70% das empresas e instituições de ensino concordam que é extremamente importante a preparação de colaboradores e estudantes para atuar com as tecnologias digitais emergentes, elas estimam que apenas 25% dessas pessoas estejam preparadas atualmente.

A previsão é que esse porcentual mais do que dobre, subindo de 25% para cerca de 60%. Isso significa que um grande investimento em capacitação será necessário para preparação das pessoas para os empregos do futuro. Atualmente, grande parte do investimento das instituições de ensino superior é focado em infraestrutura e formas digitais de entrega de conteúdo. Embora isso seja, importante, essas empresas também indicam que precisam focar urgentemente no ensino das habilidades que serão mais importantes no futuro, identificando gaps existentes e adequando seus programas.

Um ponto comum entre as empresas e as instituições de ensino é a preocupação com as habilidades de seus líderes e educadores para que possam preparar os profissionais do futuro. Para endereçar esses pontos, as companhias precisam eleger a capacitação de seus colaboradores como prioridade estratégica, assegurando que os objetivos do negócio estejam alinhados com a estratégia da força de trabalho. Já no caso das instituições de ensino, os educadores devem mudar sua forma de atuação, deixando de ser controladores dos sistemas de ensino e passando a atuar como facilitadores de educação. O foco não deverá mais ser em definir o que estudantes devem aprender, mas sim oferecer liberdade para que eles decidam o que querem aprender, guiando-os nessa jornada.

Com relação às habilidades e aos conhecimentos que deveriam ser priorizados, existe senso comum de que áreas como robótica, inteligência artificial (IA), ética, e habilidades técnicas como desenvolvimento de apps e design de interfaces com usuários serão essenciais. Mas quando o assunto é o conjunto de habilidades humanas que nos diferenciam das máquinas – comunicação, flexibilidade, capacidade de resolução de problemas –, existe uma grande discrepância entre o que pensam as empresas, das quais 80% consideram importantes esse tipo de habilidade, e as instituições de ensino, das quais somente 46% acham que isso deveria ser prioridade para elas.

Outro grande desafio é como criar currículos de ensino dinâmicos. Atualmente, cerca de 70% das instituições de ensino superior atualizam seus currículos apenas a cada dois até seis anos. Nesse ponto, as empresas estão mais adiantadas, e cerca de 43% delas atualizam os currículos a cada um até dois anos, e 75% pretendem atualizar seus currículos com frequência muito maior, algumas até planejando modelos de atualização contínua. Uma forma de acelerar a atualização dos currículos é mover de um modelo de criação de conteúdos para outro de curadoria de conteúdos disponíveis.

O futuro da educação passa não somente pelo conteúdo, mas como ele é entregue às pessoas. Tanto as empresas como as instituições de ensino superior entendem que tecnologias como realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR) serão essenciais no futuro. Também existe um certo consenso de que o uso de inteligência artificial para criação de treinamentos totalmente personalizados e a identificação em tempo real da performance de colaboradores e estudantes são uma tendência. No entanto, quando se trata da importância de aulas e treinamentos presenciais no futuro da educação, mais de 70% das instituições de ensino acreditam que elas continuarão sendo relevantes, enquanto somente 44% apostam nessa abordagem.

Uma consequência de todos os desafios que foram descritos é que as organizações estão percebendo a importância de tornar as pessoas mais responsáveis por seu desenvolvimento, para que continuem relevantes. Para isso, é necessário que seja criada uma cultura de aprendizado, em que os indivíduos se sintam motivados a aprender cada vez mais.

Resumindo, são três as principais áreas de foco para que as organizações se preparem para o futuro da educação:

Velocidade para monetização dos dados: como a coleta e análise de informações são utilizadas para criação e curadoria de conteúdo, além de alimentarem sistemas para criação de currículos personalizados.

Simplificação da infraestrutura tecnológica: soluções baseadas em inteligência artificial, AR/VR e outras terão de se integrar com os sistemas atuais. Caso sistemas antigos sejam uma barreira para essa integração, talvez seja o momento para modernizá-los.

Inovação: muito em breve, os tempos dos ciclos atuais para desenvolvimento de cursos e treinamentos não serão mais aceitáveis, e é nesse ponto que entra a possibilidade de se juntar a ecossistemas externos, por meio de plataformas ou parcerias.

Mas de quem seria a responsabilidade da preparação da força de trabalho atual e futura? A maioria das empresas e instituições de ensino superior acredita que a outra parte é quem deveria ter a responsabilidade maior no desenvolvimento de um amplo conjunto de habilidades humanas. Além disso, ambos se preocupam com a capacidade da outra parte na preparação das pessoas para os empregos do futuro. O lado positivo é que tanto empresas como instituições de ensino já enxergaram que a colaboração entre elas será fundamental na preparação das pessoas para o futuro.

 

*André Gatti é diretor de Telecomunicações, Media & Tecnologia da Cognizant no Brasil.

LEITURA

UMA ESTRANHA REALIDADE – Carlos César Salvador Arana Castañeda, mais conhecido simplesmente como Carlos Castaneda, foi um escritor e antropólogo formado pela Universidade da Califórnia; notabilizou-se após a publicação, em 1968, de sua dissertação de mestrado intitulada The Teachings of Don Juan – a Yaqui way of knowledge, lançada no Brasil como A Erva do Diabo.

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

JBFoco Online – Quarta-feira (14/08/2019)

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