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As universidades, o centro do saber e da reflexão, tornaram-se centros de produção de bobagens que ligam o nada à coisa nenhuma.Exceções existem, é claro. Há professores e estudantes sérios, comprometidos com o ideal de pensar soluções para o mundo, ou seja, fazem jus ao dinheiro público investido nessas instituições e dão sua contrapartida para a sociedade com soluções e novas ideias. Mas no geral, as universidades tornaram-se um mundo à parte centrado no próprio umbigo estéril e vaidoso.As provas de seleção de certas pós-graduações não objetivam escolher alunos com bons projetos, de notória futura contribuição à sociedade. Centralizam-se em escolher alunos que decoram anotações de dezenas ou centenas de livros da bibliografia obrigatória da seleção.

Entre um estudante com um bom projeto original de utilidade para a sociedade e um medíocre que decorou anotações só para passar no exame, a pós-graduação não hesitará em selecionar o segundo.

Há muitos livros volumosos sem originalidade, divagações do próprio umbigo, escritos no arrogante “dialeto” acadêmico, mas considerados “obras primas” pela “inteligentsia” universitária. E os exames são centrados nesses livros, testando a paciência e a resistência dos candidatos.

O resultado prossegue com selecionados esforçando-se dentro da famosa “Lei do Menor Esforço”. O objetivo não é o saber, mas estudar qualquer bobagem só para conseguir redigir uma dissertação de mestrado com o objetivo de, com o “canudo” na mão, conseguir algum emprego. O foco não é contribuir com a sociedade.

Esse assunto dá um belo estudo. O título poderia ser “O Culto da Incompetência”.

 

 

Ozias Alves Jr (Editor)

E-mail: reportagemjbfoco@gmail.com

 

JBFoco Online – Segunda-feira (19/08/19)

 

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