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O promotor de Biguaçu mandou abrir uma série de questionamentos sobre o convênio da Apae de Biguaçu com a empresa que explora os serviços da zona azul da cidade. O que  chama a atenção do Ministério de Biguaçu é não ter havido um CHAMAMENTO PÚBLICO, que nem licitação, o que constituiu os atos de improbidade preconizados nos arts. 10, caput e inciso III, bem como art. 11, caput, da Lei de Improbidade, suscetível às sanções previstas no art. 12 da mencionada Lei.

 

Zona Azul de Biguaçu explorada por empresa contratada pela Apae é alvo de questionamentos do MP. (Foto Divulgação)

 

JBFoco Online – Terça-feira (03/09/2019)

 

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