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PSEUDOS-VOLUNTÁRIOS

 

Voluntarismo. (Foto Leroy Skalstad- Pixabay)

 

Caros (as) leitores (as), o colunista desde a juventude foi incentivado pelos pais a participar de grupos filantrópicos, fraternais, filosóficos e religiosos, entidades que objetivam o crescimento pessoal e promovem a ajuda ao próximo.

O colunista durante a sua vida participou de Grupo Escoteiro, EDA (Marista), Ordem DeMolay, foi Festeiro de Festa em Igreja, bem como de diversas ações sociais. Atualmente continua a participar como voluntário de alguns conselhos, entidades e clubes de serviço que tem como objetivo único servir o próximo. Nas colunas publicadas diariamente no presente Jornal, o colunista tamém vem abrindo espaço para divulgação de inúmeras ações sociais de diversas entidades públicas e privadas, sempre para ajudar humildimente na divulgação e obtenção dos objetivos de ajuda aos necessitados.

O colunista sendo ao longo dos anos voluntário, jamais pensou em obter eventual prevalecimento, diante da proximidade com pessoas carentes, objetivando ocasionalmente vantagens eleitorais, até porque, jamais foi candidato a nada. Ser voluntário faz parte do histórico de vida do colunista e assim continuará sendo até o final de sua vida, independente de sua atividade profissional ou se um dia eventualmente tiver militância política.

O intuito do colunista sempre foi e será SERVIR o próximo, APRENDER e CRESCER como cidadão.

Ao ajudar o próximo, a sensação ao final de cada dia é de consciência tranquila, sensação de dever cumprido, gratidão e outros nobres sentimentos, seja através do sorriso ingênuo de uma criança ao ganhar um simples brinquedo, de um olhar fraterno de um idoso que ganha uma roupa nova, de uma lágrima derramada dos olhos de uma mãe ao ganhar alimento para um filho recém nascido, dentre tantos momentos de real satisfação pessoal e felicidade.

Na caminhada, o colunista vem percebendo com tristeza e perplexidade, a capacidade que algumas pessoas de péssima índole possuem ao se apresentarem como voluntários, oportunamente nos anos que, coincidentemente, antecedem um ano eleitoral, apenas com o objetivo de tirarem proveito pessoal, através da obtenção de um número maior de votos na eleição.

Os pseudos-voluntários passam repentinamente a participar ou criar uma ação social na sua comunidade, que apesar de ter bons fins, tem como objetivo único a aproximação com a população mais carente, passando a cativar as famílias através do assistencialismo e dependência.

Alguns profissionais passam a prestar seus serviços gratuitamente, outros passam repentinamente a visitar e apoiar orfanatos e asilos, alguns preparam um “sopão”, outros distribuem “quentinhas”, promovem campanha do agasalho, além de diversas ações sociais com diferentes modalidades de prestação de serviço e doações. Lamentavelmente, apesar de ajudar momentaneamente algumas pessoas, a ação social não tem valores sólidos, honestos e de altruísmo elevado, perdendo seu potencial valor.

Fica o alerta para que a população se certifique quanto aos reais fins de alguns possíveis candidatos, especialmente quando passam a se engajar em projetos sociais na comunidade, pois na maioria das vezes o que realmente almejam, não é ajudar o próximo, pois o que querem é obter benefício pessoal.

 

(*) Fernando Henrique da Silveira é Funcionário Público Estadual, Membro da Academia de Letras de Biguaçu e Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais.

fernandohsilveira@hotmail.com

Contato: 48 – 984578842 (WhatsApp).

 

https://chat.whatsapp.com/CwLeRbK861A1Ks6fButk29

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