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BOM DIA

 

 

Iratan Martins Curvello. (Foto Divulgação)

 

Nosso bom dia nesta quarta-feira, vai para o polivalente, multimídia, Iratan Martins Curvello. Escritor, Poeta, declamador que sabe como ninguém colocar sentimentos nas palavras e letras. Sempre antenado nos movimentos culturais da cidade, Iratan é um talento que faz  de corpo e alma sua expressão maior. Deixo aqui meu desejo de sucesso sempre. E para contatos, seu fone: (48) 99904-8443 ou e-mail: imc@bol.com.br Em tempo minha mãe ficou encantada com sua performance no evento que ela participou.

DICA

THE BEST AÇAI e THE BEST SORVETES, ligue e comprove: (48) 3030-1818.

SPORTSTECH

SPORTSTECH: UM MERCADO EM ASCENSÃO

 

*Por José Pedro Mello

 

O cenário promissor do ecossistema de startups chegou ao mercado esportivo! Considerado um segmento com investimentos escassos e desiguais, sendo um dos mais conservadores mercados do país, o esporte brasileiro precisava, com urgência de iniciativas renovadoras. As chamadas “sportstech”, tendência que vem crescendo nos Estados Unidos e na Europa, agora começam a aparecer, finalmente, no Brasil.

O estudo North American Sportstech 2019 realizado pela consultoria alemã SportstechX, sobre as startups da SportsTech e o ecossistema que as cerca, indicou que o investimento no setor teve um crescimento de 140% entre 2016 e 2018 em toda a América do Norte. Foram mapeadas 2.500 companhias com foco em esporte nessa região.

Quando analisado de forma global, o mercado também traz resultados promissores. De acordo com o SportsTech Report, levantamento realizado pela Colosseum, SportsTech de inovação sediada em Tel Aviv, o valor do setor deve triplicar nos próximos 5 anos. O estudo indica ainda que há mais de 4.000 startups do setor ao redor do mundo, e mais de 100 hubs de inovação relacionados ao tema.

 

Por outro lado, no Brasil, esse ainda é um segmento que começa a dar os seus primeiros passos em direção ao desenvolvimento. Hoje, segundo o mapeamento da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), existem 61 sportstech cadastradas na base de dados da organização.

Apesar da pouca quantidade de companhias se comparado a setores mais tradicionais do ecossistema, as startups voltadas a esse trade, vêm crescendo significativamente. Em 2015, havia apenas 32 empresas desse tipo mapeadas. Em três anos, o número quase dobrou.

Essas informações só nos mostram que o mercado esportivo responde muito bem às inovações quando encontra empresas dispostas a apostar em ideias arrojadas e que tragam, de alguma forma, avanços no esporte. Ainda de acordo com o estudo, 22 das 61 startups mapeadas estão em fase de tração, ou seja, momento de maturidade das empresas inovadoras o que indica que é um setor que tem gaps importantes e, se bem explorado, tem alto potencial de sucesso.

No mercado brasileiro, os negócios baseados em Software as a Service (Saas), são os mais prevalentes, de acordo com o Startup Base, banco de dados da Abstartups. Nesse mesmo levantamento, os marketplaces aparecem logo em seguida, o que indica que há espaço para players emergentes nesse setor.

Em resumo, apesar do setor de sportstech ser muito mais desenvolvido nos ecossistemas da América do Norte, aqui no Brasil existe um grande potencial de crescimento para o mercado de inovação no esporte, um mercado difícil e conservador em que toda e qualquer ideia que traga oportunidades e renda, será uma enorme vantagem. Acredito que, no futuro, veremos ainda mais iniciativas dentro desse segmento, trazendo oportunidades para diversas pontas, entre profissionais e atletas.

 

* Viciado em esportes e um dos mais jovens empreendedores do país, José Pedro Mello é fundador e CEO da AtletasNow , com a missão de conectar todas as pontas do esporte por meio da tecnologia. É também estudante de administração de empresas pela FAAP. Ex-atleta de basquete, com experiência no mundo esportivo americano, pois teve a oportunidade de ser um atleta no exterior, enquanto se formava no ensino médio. Participou de diversos eventos e processos de recrutamentos esportivos/educacionais universitários americanos.

 

CINCO PASSOS PARA JORNADA REALISTA

 

Segundo o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots de 2019, divulgado pela Mobile Time, a produção de chatbots e voice bots está se massificando no Brasil, como foi com os aplicativos móveis há cerca de 10 anos. Como exemplo, de 2017 a 2019, o número de chatbots desenvolvidos subiu de 8 mil para 60 mil, uma alta de 750%! Além disso, tomando por base os mesmos anos de comparação, o volume de mensagens trafegadas aumentou de 500 milhões para 1 bilhão.

Esses dados fazem as empresas refletirem sobre a necessidade de terem um chatbot para interagirem com seus clientes. Porém, ainda resta a dúvida: será que é a hora certa de investir na tecnologia? Se sim, por onde começar?

Para diminuir as incertezas e trazer decisões mais acertadas para as marcas com relação ao uso de chatbots, indico cinco passos para a sua empresa identificar se o agora é o momento para adotar os chatbots e como iniciar a jornada de adoção:

 

  1. Conhecimento inicial do cliente e da interação da empresa com ele

 

Antes de implantar o chatbot, a primeira pergunta que precisa ser respondida é: para que a sua empresa precisa ou quer um chatbot? E daí derivam outras: qual o perfil dos seus clientes? Como é a interação com eles hoje? Que opinião eles têm sobre o modelo de interação adotado? Por qual canal eles mais se comunicam com a marca? Sobre qual assunto? Sem esse conhecimento inicial, a sua empresa pode até adotar o chatbot, mas dificilmente terá os resultados imaginados, pois não existe um propósito claro em relação ao uso da tecnologia. Aproveite pesquisas que podem ser automatizadas em sistemas, mas não deixe de falar com profundidade com alguns clientes. Este tipo de pesquisa precisa ir além de classificações e agrupamentos.

 

  1. Iniciar com algo que pode ser testado

 

Respondidas as perguntas iniciais, que trarão a compreensão necessária sobre a necessidade do chatbot e como ele pode simplificar a relação entre a empresa e seus clientes, é hora de pensar no projeto. Em outras palavras, arregaçar as mangas e partir para o planejamento. No início, é muito comum as marcas desejarem resolver todos os problemas dos clientes com o chatbot, mas o ideal é começar com uma necessidade, até para testar e validar o quanto seu consumidor se adapta a este tipo de jornada.

 

  1. Simplificar e aprimorar

 

Pronto, o chatbot já está no ar e tem um volume de conversas que já é capaz de mostrar a efetividade? Então, é a hora de medir os resultados e cruzar com as metas estipuladas no planejamento. Não pule essa etapa. É ela que determinará se o modelo adotado foi efetivo, ou mostrará a necessidade de correção de rota. Não ter atingido uma meta significa somente isso: ainda não atingimos a meta. Converse com mais clientes que tenham interagido com o chatbot, obtenha percepções e entenda novas possibilidades de avanço com o serviço. Principalmente entendendo se o público alvo que se busca atingir está correto.

 

  1. Experimentar abordagens

 

O chatbot deu certo? Está funcionando bem? Os clientes estão gostando? Então é a hora de pensar nos próximos passos. E as perguntas voltam à cena: vale incluir uma outra necessidade do cliente no chatbot? É o caso de testar um novo canal (como Facebook Messenger, WhatsApp, chat no site, etc.)? O chatbot pode ser combinado com outra tecnologia, como o SMS ou voz? Como essa combinação trará benefícios ao cliente e à empresa? As respostas a essas questões vão nortear como a sua empresa caminhará na evolução do chatbot. Uma dica? Ao responder a essas perguntas, não coloque o foco em como a marca pode ter vantagens. O destaque é o cliente. Então, reflita sobre como a nova abordagem pode trazer benefícios a ele. Um consumidor satisfeito impacta positivamente nos negócios e, em muitos casos, torna-se até mesmo um defensor e propagador da marca.

 

  1. Aceitar falhas

 

Tão importante como todos os passos anteriores, é aceitar que nem sempre o chatbot funcionará em completa sintonia com todos os clientes. Tenha em mente que algo não vai ocorrer como esperado e aí está a oportunidade de aprendizado. O mais indicado é errar e corrigir rápido, ou seja, não tenha medo de errar! Se prepare para este processo de aprendizado e evolução constante. Tenha uma equipe especializada, ou conte com um parceiro experiente na jornada conversacional, para apoiar a sua empresa em todas etapas. Isso com certeza trará maior segurança e demonstra o cuidado da marca com o cliente.

 

Seguir esses passos significa que a tecnologia pode ser adotada por todas as marcas? Muito possivelmente, não. Mas com essas etapas em mente, se a sua empresa verificar que o chatbot será um grande aliado na conversa com o cliente, o processo será muito mais rápido e eficiente. O esforço vale a pena!

 

Daniel Wildt é diretor de Tecnologia da Zenvia, plataforma de comunicação que simplifica a relação entre empresas e consumidores.

FRASE

” Quem ama faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho.” Santa Teresa d’Ávila

LEITURA

BÍBLIA SAGRADA – Neste mês de setembro, que dedicamos ao livro do autor da vida, que possamos ter a Bíblia como norte para nossas vidas.

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com.

 

JBFoco Online – Terça-feira (10/09/2019)

 

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