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Em entrevista à rádio CBN, do grupo NSC, o prefeito de Biguaçu, Ramon Wollinger (PSD) disse o seguinte quando referia-se à polêmica da cobrança da TPA (Taxa de Preservação Ambiental) que será realizada a partir de novembro e vai prejudicar os biguaçuenses que porventura tiverem de ir àquele município: “Não tenho problema algum em conversar com o prefeito de Governador Celso Ramos ou com os dos outros municípios. O que não podemos é fugir do diálogo e DA TRANSPARÊNCIA.”

Oh, Ramon. Está de gozação, pô??!!! O vereador João Domingos Zimmermann (MDB), o “Nino”, chegou a perguntar onde está o projeto da obra pública tal e qual foi sua resposta? O silêncio. Quer dizer, negou entregar ao vereador um simples projeto.

Nem estamos falando de dezenas de questionamentos sobre obras públicas que Nino protocolou e o prefeito simplesmente não respondeu.

Pelo jeito, a vereadora Magali Prazeres (MDB) não receberá as informações que solicitou, conforme noticiamos no início desta semana.

O advogado e membro da Academia de Letras de Biguaçu, Fernando Henrique da Silveira, fez uma pergunta “absurda”, que “mexe com a dignidade” do prefeito. Fernando perguntou: quantos livros há atualmente na biblioteca de Biguaçu. Simplesmente Ramon não respondeu e recusa-se a prestar esclarecimentos.

O JBFoco protocolou esclarecimentos ao longo dos últimos anos, entre os quais se o nobre prefeito adquiriu ou não um apartamento Triplex no bairro Deltaville e por que o mesmo não estava registrado em seu nome em 2018 e por que não o informou à Justiça Eleitoral?

Como autoridade pública que gerencia os impostos da população, nós como pagadores de impostos queríamos saber. É sua obrigação responder, informar, esclarecer as dúvidas.

O que fez Ramon? Em primeiro lugar, não respondeu a pergunta devidamente protocolada. Em segundo lugar, achou-se no direito de processar o JBFoco pela “ousadia” de ter feito esta pergunta. Quer dizer, processou-nos por ter feito a pergunta. Pode uma coisa dessas?

É esse o prefeito que autorizou, sem consultar a câmara nem a população, a instalação de um presídio bem no meio do perímetro urbano de Biguaçu. Isso aconteceu em outubro de 2018, isto é, há um ano.

Detalhe: em janeiro de 2018, o JBFoco protocolou questionamento perguntando se ele, Ramon, iria ou não autorizar a instalação do presídio. Quer dizer, não respondeu e aproveitou para agir nos bastidores autorizando o dito presídio.

E isso é a atitude de um cidadão TRANSPARENTE. Risos!!! Só pode ser uma piada, não é?

Quando Ramon disse “O que não podemos é fugir da TRANSPARÊNCIA”, só podia estar tirando sarro do jornal Notícias do Dia.

 

 

Ozias Alves Jr (Editor)

E-mail: reportagemjbfoco@gmail.com.

 

JBFoco Online – Quinta-feira (10/10/2019)

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