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BOM DIA

 

Viviane Azambuja. (Foto Divulgação)

Meu bom dia desta quarta-feira, vai direto para o Rio Grande do Sul, na cidade de Canoas, a sempre encantadora e pessoa do bem, Viviane Azambuja. Ela tem um brilho no olhar, um meio sorriso, que na minha opinião é seu charme. Deixo aqui minha admiração e carinho por você. Mas báh Tchê você realmente é 10+++.

EMPÓRIUM

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OS

Matemáticos da CBN Diário, continuam achando que o time do sul da ilha, ainda não caiu. Ai pobre matemática. Fico pensando: Quem eles querem enganar? Aliás por onde anda o galego, que gostava tanto de uma telinha?

MERCADO INTERNACIONAL

Por André Duek

 

O Banco Mundial fez um levantamento recente que aponta o Brasil em queda no ranking de facilidade para se fazer negócios. Segundo o relatório anual Doing Business, que mede o impacto das regulações e da burocracia no funcionamento das empresas, o País passou da 109ª posição em 2018 para a 124º este ano, considerando os dados coletados entre maio do ano passado e maio de 2019.

Este contexto reforça e explica a opção dos empresários de, cada vez mais, buscarem o mercado internacional. Conforme o Itamaraty, já são mais de nove mil micro e pequenos empreendedores brasileiros atuando nos EUA, que, ao contrário do Brasil, subiu duas posições em relação ao levantamento anterior e agora é o sexto melhor país do mundo para se fazer negócios. Isso prova que quanto mais investimento em sistemas de facilitação e desburocratização, maior a atração de investimentos.

O relatório do Banco Mundial revelou que os norte-americanos, dentre outras coisas, facilitaram o início de um negócio, apresentando o arquivamento online da declaração de informações para responsabilidade limitada de empresas. O país também tornou o pagamento de impostos menos oneroso, diminuindo a taxa de imposto de renda. Esta reforma se aplica às cidades de Nova York e Los Angeles, mas tem impactos pelo restante do país. Os EUA também facilitaram a execução de contratos com a introdução de arquivamento eletrônico e pagamento eletrônico de custas judiciais.

Em resumo, se nos Estados Unidos e na maioria das nações desenvolvidas um empreendedor consegue regularizar seu negócio em até uma semana, no Brasil a média para isso é de mais de 100 dias. Existem ainda outros itens avaliados pelo ranking, como o tempo para obtenção de alvarás de construção, de conexão com a rede elétrica, de resolução de insolvência etc. Em nenhum desses critérios o país conseguiu demonstrar avanços significativos, de acordo com o relatório.

Assim, o ambiente de negócios brasileiro ficou pior posicionado em relação a economias como a da China (31º colocado), Turquia (33º), Chile (59º) e México (60º) e à frente de vizinhos como Argentina (126º) e Venezuela (188º), ambos em momento de extrema turbulência interna. Esse é apenas um dos motivos pelos quais vivemos uma fuga de empresários em busca de segurança econômica. A solidez oferecida nesse quesito pelos EUA tem sido um dos fatores mais relevantes para tornar a terra do Tio Sam um dos destinos favoritos dessas pessoas.

Os EUA estão há muitas décadas no grupo das dez economias que registram maior facilidade ao fazer negócios. Não à toa, em solo americano, a positividade de pequenas empresas com relação à facilidade de fazer negócios no país está aumentando. O Small Business Index, da MetLife e da Câmara de Comércio dos EUA, mostrou que as pequenas empresas se sentem bem e confiantes com a economia americana. O estudo revelou que 59% das pequenas empresas pesquisadas acreditam que a economia nacional está com boa saúde, seis pontos percentuais acima do primeiro trimestre deste ano.

Enquanto o Brasil não compreender a relevância de se ter uma política favorável para atrair empresas e gerar empregos, não existe perspectiva de novidades positivas neste contexto. E é uma questão urgente. O aumento e a facilitação no caminho das empresas nos EUA, por exemplo, contribuiu para atingirem o menor índice de desemprego dos últimos 50 anos, estipulado em 3,5%. Se pegar apenas as empresas brasileiras nos EUA, até 2017, elas geraram mais de 74 mil vagas de trabalho. Apenas mais um indício da urgência deste assunto.

Enquanto o Brasil não compreender a relevância de se ter uma política favorável para atrair empresas e gerar empregos, não existe perspectiva de novidades positivas neste contexto. E é uma questão urgente. O aumento e a facilitação no caminho das empresas nos EUA, por exemplo, contribuiu para atingirem o menor índice de desemprego dos últimos 50 anos, estipulado em 3,5%. Se pegar apenas as empresas brasileiras nos EUA, até 2017, elas geraram mais de 74 mil vagas de trabalho. Apenas mais um indício da urgência deste assunto.

 

BLACK FRIDAY 2019

Por Daniel Domeneghetti

 

O consumidor não distingue mais online do offline. O desafio atual do varejo é o canalizar por quais meios mútuos serão realizados o relacionamento com o cliente, pois hoje o consumidor está conectado às redes sociais, compartilhando, validando suas opiniões com amigos, pesquisando, indicando, aprendendo e desenvolvendo um ponto de vista. O consumo mudou e o conceito multicanal exige adaptações das varejistas em relação aos atuais hábitos e costumes do atual comprador.

A relevância da experiência combinada de unir online com o off-line foi detectada em uma pesquisa do Google, na qual confirma que três em cada quatro consumidores, que consideram útil uma informação de varejo, obtida através de busca na web, estão mais propensos a irem até a loja física. Face oposta, isso aumenta o poder de decisão do consumidor, tendo em mãos as informações necessárias para conseguir negociar as melhores ofertas.

Cabe ao varejo compreender o desafio de ampliar esta jornada infinita de compra do consumidor. A vil sensação, mesmo diante do escancarado conceito ao omnichannel, é ainda a falta de compreensão do mercado varejista. É um emaranhado de pontos de contato sem convergência e sem um alinhamento de experiência que esteja focado em uma proposta de valor da marca. As ações são unitariamente modernas. Posta no Instagram, clica na página, realiza a compra e fica por isso mesmo. É tudo junto e misturado na teoria, entretanto, na prática é cada um no seu quadrado e ninguém se conversa. Não cria atratividade, construção da marca e geração de vida do cliente dentro do DNA da marca.

Desparta-se o varejo tão já, pois os fortes sinais vitais do omnichanel aparecerão nesta Black Friday, que acontece no dia 29 de novembro. Se antes tudo se resolvia, separadamente, em cliques no e-commerce madrugadas a dentro ou idas dantescas às lojas físicas, o efeito multicanal estará presente nesta edição da Black Friday, obrigando o varejo a ter um olhar multidimensional com visões estratosféricas como formas de unir o experiencial virtual com o real. Um outro levantamento também do Google, em parceria com a consultoria Provokers, sinaliza que pela primeira vez o número de compradores nas lojas físicas deverá se igualar ao do comércio eletrônico.

Dentre as inúmeras leituras trazidas neste estudo, a de caráter emergencial é o imediatismo do consumidor multicanal. Comprar pela internet é cômodo para ele, mas já não atende às suas dinâmicas expectativas. Ele adquire o produto na internet e retira na loja para ter a garantia e a velocidade desejada. Se repararmos, houve uma evolução do comprador dentro do conceito, que anteriormente fazia valer suas experiências multicanais somente com buscas online antes da compra física.

Agora, resta aos varejistas munirem-se de suas porções darwinistas para acompanharem o processo evolutivo do cliente omnichannel e que seja antes desta Black Friday. Quem avisa, amigo é!

*Daniel Domeneghetti é especialista práticas digitais no relacionamento com cliente e CEO da E-Consulting Corp.

 

DICA

Trilha da Caverna do Pântano do Sul. Sábado 16 de novembro as 08h às 12h UTC-03. Guia será o Geovane. e o valor da trilha, R$ 40,00.

 

RESSIGNIFICANDO A PREVIDÊNCIA

O meteoro da reforma está muito próximo e, quando chegar, irá extinguir o modelo de previdência social que conhecemos hoje no Brasil. Discussões fervorosas e polarizadas são travadas a partir deste tema. Muitos são a favor à reforma em discussão no Congresso Nacional, outros contra e alguns concordam parcialmente com os projetos apresentados. Existe apenas um único aspecto nesse debate que não divide opiniões: as oportunidades que serão (na verdade, já estão sendo) criadas, provenientes da reforma, são inúmeras.

No 40º Congresso de Previdência Complementar Fechada (CPCF), que aconteceu na semana passada, essa afirmação foi consenso entre o corpo de palestrantes, formado por especialistas, dirigentes e autoridades do mercado financeiro. O espaço para criar novas soluções, produtos e serviços de previdência complementar será enorme.

A começar pelo volume da demanda, que tem sido cada vez mais exponencial. Segundo o último estudo World Population Prospects 2019, da Organização das Nações Unidas (ONU), o número de idosos (60 anos ou mais) no Brasil chegará a 82 milhões em 2075 — um aumento de 37,7% quando comparado com o volume esperado para 2020 (29,8 milhões). Essa previsão se dá porque a longevidade brasileira aumentou. Hoje, não é difícil de se chegar perto de 100 anos de idade. E a conta é óbvia: quanto mais idosos, maior a quantidade de possíveis prospects. A vantagem será das empresas que souberem captar este público quando ainda forem jovens, para fidelizá-los e já garantir um plano de longo prazo.

E como atraí-los, eis a questão? Com tecnologia, claro. É impossível falarmos de atração dos consumidores dessa geração sem ter inovação embarcada no processo. Também não há como deixá-la de lado na discussão sobre reforma da previdência privada. A tecnologia foi citada nas palestras do CPCF como parte intrínseca desse período de transformação. Ela possibilitará corte de custos, o aumento de produtividade e a otimização de processos.

Falou-se muito sobre a importância de as entidades previdenciárias possuírem sites com simuladores, que esclareçam e empoderem o beneficiário. Outra tendência apontada foi o aumento da taxa de adesão a partir da inscrição digital automática, que visa garantir ao segurado o direito ao benefício, sem a necessidade de ter que comparecer a uma agência da Previdência Social. Segundo uma pesquisa recente da Funpresp, Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo, causou um crescimento significativo de adquirentes em países desenvolvidos do ano passado pra cá: foi de 10% para 67% na Nova Zelândia, 61% para 83% no Reino Unido, e por fim, 44% para 62% nos Estados Unidos. Nestes países, esta tecnologia é citada como um método de adesão mais atraente do que a tributação em si. Mas essas soluções são apenas o começo, ainda muito simplistas perto do que pode ser feito.

A Sinqia, por exemplo, sabe da preocupação que as entidades de previdência privada têm com seus participantes, e por isso já se antecipou com soluções para operação de multiplanos e gestor aplicável a diversos conceitos de gestão e de regulamentos dessas entidades. Possui ferramentas de gestão e controle dos portfólios de investimento, além de automação dos processos operacionais e atendimento das áreas previdenciária. Garante simplicidade e segurança aos processos operacionais e gerenciais do negócio, além de ter uma implantação rápida e transparente. Com isso, o consumidor final consegue adquirir produtos de assistência modernos, menos burocráticos, mas com a segurança necessária a esse tipo de transação. A entidade ganha e o participante também.

Inteligência artificial, machine learning, computação quântica, nuvem… Há muitas tecnologias à disposição para auxiliar na transformação do sistema previdenciário privado. A possibilidade de renovação dessas entidades existe e é bem palpável. Basta apenas se posicionar ao redor do meteoro da reforma, e não ficar embaixo dele, correndo o risco iminente de ser esmagado pelo peso dos métodos de atendimento passados.

 

Sobre Thiago Saldanha

Com cerca de 20 anos de experiência no mercado de tecnologia, Thiago Saldanha assumiu o desenvolvimento das plataformas de software da Sinqia, com o objetivo de implementar novas soluções que proporcionem o aumento de produtividade e da qualidade dos produtos. Conduzirá também um processo de transformação digital e inovação na operação.

 

Sobre a Sinqia

A Sinqia é líder em transformação digital do setor financeiro no Brasil e uma das maiores provedoras de tecnologia e serviços para o sistema financeiro. Oferece quatro plataformas de softwares (Sinqia Bancos, Sinqia Fundos, Sinqia Previdência e Sinqia Consórcios) e duas de serviços (Sinqia Outsourcing e Sinqia Consulting). Desde 2005, executa uma estratégia de consolidação que resultou na liderança do setor após 13 aquisições. É uma das empresas que mais crescem no Brasil e, em 2017, foi eleita uma das 100 maiores Fintechs do Mundo, de acordo com a IDC. Além disso, sua excelência em governança levou a companhia ao Novo Mercado da B3, um grupo seleto de empresas na bolsa.

 

FRASE

” A teatralidade é essencialmente humana. Todo mundo tem dentro de si o ator e o espectador. Representar num ‘espaço estético’, seja na rua ou no palco, dá maior capacidade de auto-observação. Por isso é político e terapêutico.” Augusto Boal.

LEITURA

KAFKA À BEIRA-MAR – Haruki Murakami – “Os personagens desse romance vivem em um Japão completamente transformado pelo capitalismo e se sentem solitários, excluídos da sociedade moderna. A história tem dois protagonistas – o adolescente Kafka Tamura, que foge da casa onde vive com o pai para encontrar a mãe e a irmã, e o deficiente mental Satoru Nakata, um homem de sessenta anos que tem a habilidade de falar com gatos.”

ABRAÇOS

 

Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com.

 

Jornais em Foco – Segunda-feira (12/11/2019)

 

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