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BOM DIA

 

Vania Salazar. (Foto Divulgação)

 

Nosso bom dia desta quinta-feira, vai a fotógrafa profissional, Vania Salazar. Gaúcha que resolveu assim como muitos adotar a nossa ilha. Vania é expert nos melhores click, de eventos, books e fotos comerciais. Para contrata-la ligue: (48) 99902-6488. Na foto ao lado do colunista, Vania foi fazer fotos dos produtos da Empórium Gelato, e The Best Açai que estarão nas redes sociais. Beijos e sucesso sempre.

CARNAVAL 2020

 

É na Ric Record. Está na hora de mudar mesmo aquela mesmice de sempre da NSCTV. Agora sim vai dar samba.

 

FIGUEIRENSE

 

Ainda respirando por aparelhos. Enquanto isso a Policia Civil fez um belo trabalho nas torcidas organizadas dos clubes da capital. Lugar de bandido é na cadeia não nos estádios.

 

 

INDÚSTRIA 4.0

 

 

A indústria 4.0 e os artesãos da era digital

 

* Por Marcelo Souza

Todas as revoluções que vivenciamos, acompanhamos ou estudamos têm algo em comum, a conexão entre tecnologias que impulsionam e geram disrupções. Do surgimento do tear mecânico até o lançamento de aplicativos, por exemplo, de transportes, como o Uber, a sociedade passou e passa por inúmeras transformações, que trazem naturalmente mudanças, inclusive nas formas e maneiras de se trabalhar. A mais recente transformação veio em decorrência da Quarta Revolução Industrial, também conhecida por Indústria 4.0, que trouxe consigo inúmeras tecnologias impulsionadoras que geram megas tendências e disrupções sem precedentes e que emergiram com ainda maiores impactos durante a próxima década.

Um dos mercado que representa esta mudança é o de mobilidade urbana, tanto no Brasil quanto no mundo. Os taxistas que, assim, como os artesãos da indústria 1.0 eram detentores de grande conhecimento sobre seu ofício, sentiram grandes impactos durante as suas devidas revoluções. O conhecimento invejável sobre a geografia e locomoção nas cidades e Megas metrópoles como por exemplo São Paulo, construído durante anos de treino e trabalho, passaram a enfrentar a concorrência de motoristas de plataformas, esse “conhecimento digital”, permite que uma pessoa somente habilitada a dirigir, possa navegar facilmente pelas menos conhecidas vias da cidade, isso só é possível por meio da conexão de tecnologias, como mapas que somados a satélites, nos deram o GPS, que juntamente com a economia compartilhada e plataformas mobiles evoluíram para o Waze, que novamente somados com economia sob demanda e e-commerce nos habilitaram os apps de mobilidade como o Uber, permitindo trazer o melhor custo benefício ao setor.

Assim como na Inglaterra do século XVII, a tecnologia rompeu a barreira do conhecimento pessoal, não era mais necessário anos de treinamento para formar um artesão, apenas instruções de operação de máquinas e a abundante oferta de mão de obra, gerou impactos sem precedentes na indústria têxtil e posteriormente em outras. Agora novamente é possível observar a mesma dinâmica no mercado de transporte pessoal. Com essa “mecanização”, derruba-se uma barreira de entrada, o conhecimento intrínseco da geografia da cidade. A existência desse conhecimento é muito bem observado em Londres, onde por exemplo, para se obter a licença de trabalho nessa profissão, se faz necessário passar por treinamentos extensivos, aprendendo a navegar entre milhares de ruas e lugares da cidade, posteriormente validado por um conjunto rigoroso de exames aplicados por policiais.

Com oferecimento desse mecanismo tecnológico de grande acessibilidade, em virtude da difusão dos smartphones, somados a crise econômica que deixou milhares de pessoas desempregadas, inclusive na cidade de São Paulo, criou-se ambiente perfeito para uma revolução. Essa nova tecnologia de navegação foi impulsionadora para a disrupção do Uber, um dos principais players do mercado até hoje.

O aumento da oferta do serviço de transporte individual, naturalmente ocasionaria na redução dos preços oferecido. Essa variação é simplesmente explicada pela própria lei de oferta e demanda. O mercado regulado restringe a oferta e não permite que se chegue a um preço mais baixo dado a baixa concorrência. Quando o setor passou ser mais concorrido, melhora-se a qualidade e reduz-se os preços praticados. A recente pesquisa Origem-Destino feita pelo Metrô revelou que, diariamente, são realizadas 362,4 mil viagens por aplicativos, contra 112,9 mil feitas pelos táxis comuns. Ou seja, as corridas feitas por apps já superam em três vezes os táxis, isso só na cidade de São Paulo.

Com a redução dos valores estabelecidos para o serviço de transporte pessoal muitas pessoas puderam se beneficiar dessa comodidade, fenômeno parecido com o observado durante a primeira fase da revolução industrial na Inglaterra onde milhares de pessoas puderam ter acesso a roupas leves e de qualidade.

Os taxistas usufruíram duas proteções, sendo a proteção do mercado regulado e, a do conhecimento do ofício. A quebra dessa segunda, por meio da “mecanização” proporcionada pelo Waze, permitiu que mais pessoas estivessem aptas para prestar esse serviço e nem mesmo o mercado regulado foi capaz de deter a onda de mudança, exemplificando muito bem os efeitos de uma revolução . A plataforma de conexão dessa legião de novos prestadores, propiciada pela empresa Uber, gerou uma disrupção, impactando na sociedade local, assim como mudando o hábito de locomoção urbana de muitas pessoas, impactando na economia, gerando renda para milhares de famílias e ativando o mercado. Esses são os efeitos de uma revolução.

Outros efeitos que poderíamos rapidamente classificar são: a diminuição do faturamento de estacionamentos particulares, redução de arrecadação de estacionamentos públicos (zona azul), redução de vendas de veículos, redução de faturamento de apólices de seguros de automóveis entre outras. É preciso olhar atentamente para o futuro próximo com o entendimento de tecnologias impulsionadoras e disruptivas, analisando as megatendências e verificando o quanto o seu mercado de atuação é vulnerável.

Sem dúvida a quarta revolução traz naturalmente muitas ameaças, mas também outras oportunidades para novos players e stakeholders, até o presente momento a civilização em sua maior parte vem sendo a grande privilegiada. Assim, podemos concluir que a população está se locomovendo com mais facilidade, passa menos tempo “presa” em trânsitos e ainda paga-se menos por um serviço de qualidade.

 

* Marcelo Souza é CEO da Indústria Fox, pioneira na reciclagem de refrigeradores com destruição dos gases do efeito estufa e responsável pelo projeto TudoBônus.

 

 

INCLUSÃO

 

 

*Mônica Schimenes, CEO e fundadora da MCM Brand Group

 

Uma vez ouvi que ‘só reclama das panelinhas quem não está dentro de nenhuma delas’. Achei uma frase dura, até mesmo maldosa, mas então parei para analisar o meu papel diante desse cenário, que quando pensado friamente, é real. Como comunicadora e empresária, um dos meus papéis é fazer com que as pessoas se sintam pertencentes e não posso fazer isso fechando os olhos para os que não se encontraram em nenhuma ‘panela’. Grupos de afinidades servem para que se sintam aceitas e valorizadas, fazendo com que elas produzam mais e melhor, esse é o desafio não somente do RH, mas de qualquer gestor.

Grande parte das pessoas já se sentiram excluídas ou discriminadas no ambiente de trabalho, 43% delas para ser mais exata, é o que diz um levantamento feito pela Talento Incluir. Dado esse que justifica o motivo de 40% da população declarar que com frequência – ou muita frequência- se sentem sozinhos, segundo o BBC Loneliness Experiment. Afinal, como podemos agir para conseguirmos – de fato – incluir?

Considero importante entender que as pessoas não saíram do mesmo lugar, para que todo o grupo esteja no mesmo compasso, preciso me certificar de que todos estão no mesmo nível e, quando preciso, evoluir quem foi deixado para trás. Um exemplo disso são as oportunidades dadas para homens e mulheres, um assunto que já foi tão discutido e continua sendo uma realidade. Em 2018, a probabilidade de uma mulher trabalhar foi 26% inferior do que a de um homem, segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT), dado que ainda é resquício do patriarcado que vivemos por tanto tempo.

Muitas empresas acabam fazendo uma conta antiga e simples, a famosa ‘mulheres cuidam mais dos filhos do que os homens’, que é uma verdadeira tragédia aos olhos da sociedade atual. Mais do que isso, as mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, incluindo trabalhos remunerados, não remunerados e cuidando de pessoas. Mesmo contando com um nível educacional mais alto do que os homens, elas ganham, em média, 76,5% do rendimento deles segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Precisamos trazer os diferentes para a discussão, os homens precisam apoiar a luta pelos direitos das mulheres também, assim como os brancos pelo dos negros e os heteros pelos dos LGBTI+. Vivemos em um país onde as diferenças excluem, mas de forma velada, o que torna difícil quantificar em números a verdadeira face do preconceito do país. Temos uma falsa situação de igualdade que deve ser combatida.

Ao enxergar esse cenário, sendo uma das 24 milhões de empreendedoras mulheres do país, segundo estudo da Global Entrepreneurship Monitor, conduzido pelo Sebrae, pude entender que hoje o meu papel é trazer para o mesmo jogo os diferentes, e dar a eles oportunidades iguais de competir, além de colocar cada um em sua devida panelinha.

*Mônica Schimenes, 45 anos, Relações Públicas, é fundadora e CEO da MCM Brand Group, grupo de comunicação integrada com atuação nacional e internacional, comprometido com a performance e responsável com a diversidade e inclusão. Foi eleita “Mulher Empreendedora Global do Ano” pela WeConnect International, reconhecida como empreendedora Global pela IWEC International e é participante do programa Winning Women da EY. Com mais de 20 anos de experiência em gerenciamento de marketing, comunicação e eventos, é responsável por contas como: IBM Brasil, BASF, Nextel, Dell, Unilever e outros. Em 2019 realizou importantes palestras, como ‘O Feminino da voz’ que trata de empoderamento feminino, para adolescentes da periferia de SP, e ‘Todos os tons da inclusão’ que trata de diversidade no II Fórum Mundial Niemeyer. É cantora, casada e mãe do Leonardo.

 

 

 

 

 

FOI

 

Realmente sensacional a inauguração no dia 06/11 da decoração de Natal com a chegada do Papai Noel do Beiramar Shopping. Mais uma vez surpreendeu.

 

 

FILTROS DO INSTAGRAM

 

 

Desde que os avanços em tecnologia móvel se consolidaram e deram espaço para a realidade aumentada (AR), não demorou muito para as redes sociais como o Instagram e o Snapchat investirem nesta inteligência.

De um recurso aparentemente despretensioso para agregar mais valor e interesse dos usuários dessas plataformas, em especial o Instagram, os filtros acabaram se tornando um novo instrumento de mercado para designers, publicitários e outros membros do ecossistema produtivo digital.

Através de uma proposta descontraída e diferentes possibilidades estéticas, os filtros rapidamente se tornaram o novo queridinho das marcas, celebridades e dos demais usuários do Instagram, que têm na função Stories o terreno para compartilhar os desenhos interativos.

As possibilidades são infinitas: neste universo o usuário pode mudar partes do corpo, aparecer com asas de anjo, colagens, distorções, desenhos psicodélicos, capas metálicas surrealistas, planos de fundo e o que mais ebulir na mente do criador.

A customização é parte do jogo. A cantora Rihanna, que criou um filtro de diamantes para promover sua fundação Clara Lionel (voltada para a educação de comunidades empobrecidas) e Kylie Jenner, que usou a ferramenta para divulgar sua empresa de beleza Kyle Cosmetics, são alguns dos fortes nomes que entraram na onda. Já entre as marcas que fazem bom uso dos filtros para suas estratégias de marketing estão: Adidas, Disney, Puma, Gucci e Ray-Ban.

Um fator que contribuiu para que os filtros se tornassem uma ferramenta atraente tão rapidamente está no seu modo de operar, pois a divulgação do filtro é consideravelmente simples e escalável. “Quando lidamos com os filtros, vemos que basta serem interessantes que todo mundo acaba usando e expondo o criador ou perfil que hospeda o filtro”, comenta Wilame Morais, um dos designers brasileiros que chegaram neste novo mercado em boa sincronia e, consequentemente, tornaram-se referência.

Seus filtros, que vão de efeitos de câmera a animais extremamente realistas, já ultrapassam mais de 5 milhões de impressões. Publicitário por formação e designer por autodidática, ele já produziu filtros compartilhados por famosos como Anitta, Alok e até o grupo Black Eyed Peas, além de atender com o mesmo propósito marcas como a sede inglesa da Sony Music ou a brasileira Universal Music.

Wilame explica o benefício: “A viralização imediata é muito autêntica, atraindo vários seguidores para o perfil do criador do filtro e fazendo com que esse público acabe conhecendo mais a marca, artista, serviço ou produto. É praticamente inbound marketing”, conta, referindo-se à especialidade de marketing que busca atrair consumidores fiéis através da relevância de conteúdo.

 

Com potencial de engajamento comprovado e superado para a promoção, posicionamento das marcas e relacionamento com seus seguidores, os filtros agora estão ainda mais democráticos. Em agosto deste ano, o Instagram anunciou a liberação da sua ferramenta de criação de filtros, a Spark AR, para todos os seus usuários. Para os profissionais de marketing isto é a ampliação das oportunidades: agora os usuários poderão convergir criativamente com as marcas, arriscando no design e produzindo filtros para elas de volta.

 

FRASE

 

„Ao contrário de muitos amigos, eu nunca tomei LSD, mescalina, Coca ou coisa parecida, enquanto eles subiam pelas paredes, eu assistia TV.“ Steven Spielberg

 

 

LEITURA

 

 

MILLENNIUM –  Karl Stig-Erland Larsson, mais conhecido como Stieg Larsson, foi jornalista e escritor sueco. Tornou-se um fenômeno editorial em todo o mundo com a trilogia Millennium, lançada postumamente. Os três livros foram adaptados para o cinema, sendo sucesso instantâneo de bilheteria. Recentemente, chegou às livrarias a continuação, escrita David Lagercrantz, e chamada A garota na teia de aranha.

 

ABRAÇOS

 

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

https://chat.whatsapp.com/invite/Lt0gdEGjQiYAvavsWLeuTf

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