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Anos atrás foi noticiado que os avanços da ciência genética poderiam levar a uma técnica em que as grávidas poderiam saber se seu filho, depois de nascer, poderia ou não desenvolver o homossexualismo.

A discussão que gerou foi: mães que soubesse que seus filhos poderiam ou não ser homossexuais, teriam o direito de abortá-los legalmente?

Se essa técnica de reconhecimento genético existisse, uma mãe do interior de São Paulo certamente não teria cometido o “segundo” assassinato inacreditável: matar o próprio filho só porque ele é homossexual.

Os nomes não serão divulgados, mas o caso foi real e aconteceu na cidade de Cravinhos, situada na região de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Maria (nome totalmente fictício), 34, não aceitava o homossexualismo declarado de seu filho Itamar (nome também fictício), de apenas 17 anos de idade.

Os dois tiveram brigas homéricas e o menino acabou indo morar nas casa dos avós paternos.

Mas no dia 29 de dezembro de 2016, Maria, num gesto de reconciliação ou sabe-se lá o que lhe passou pela cabeça, resolveu convidar seu filho para passar o réveillon na casa da família.

E o que aconteceu foi o horror. O menino veio e, dentro da casa, acabou sendo espancado. A própria mãe desferiu facadas no pescoço do adolescente.

Em seguida, pediu ajuda ao novo marido, o padrasto da vítima, para “sumir” com o corpo. Segundo o Ministério Público, A mãe e seu atual companheiro jogaram o corpo num matagal, atearam fogo e, oito dias depois, Maria foi à delegacia de polícia denunciar o “desaparecimento” de Itamar.

O corpo acabou sendo descoberto e Maria não aguentou a pressão confessando que “não aguentava mais” o filho. Segundo a polícia, além de não aceitar o homossexualismo do filho, alegou que o mesmo supostamente teria envolvido-se com drogas e por estar envolvendo-se sexualmente com vários homens.

Maria alega que não é “homofóbica” e sim que teria matado por causa de uma briga que saiu do controle.

A mãe do garoto foi condenada a 25 anos e 8 meses de prisão. O padrasto que ajudou na ocultação do corpo ainda não foi julgado. Outro dois rapazes, um de 21 e outro de 20, também foram condenados por envolvimento no tal crime. Eles ajudaram o padrasto a sumirem com o corpo.

 

Mãe e o filho que ela assassinou por homofobia. (Foto Redes Sociais)

 

Menino de 17 anos morto por ter assumido a homossexualidade. (Foto Redes Sociais)

 

Jornais em Foco – Quinta-feira (28/11/2019)

 

 

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