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Não tem jeito. Se virar famoso, certamente vão aparecer mulheres que dirão ter filhos desses cidadãos, sem falar de toda uma sorte de interesseiras.

Bastou para o bilionário norte-americano, Donald Trump, virar presidente dos EUA para uma atriz pornô aparecer alegando ter recebido dinheiro do mesmo para não revelar um encontro sexual no passado. Imagine se essa mulher tivesse tido um filho nessa época!

Pelé, Agnaldo Timóteo, Sílvio Santos e Reginaldo Rossi volta e meia eram interpelados por mulheres que alegavam ter filhos deles.

Até Adolf Hitler (1889-1945) não escapou desse assédio dos famosos. Durante a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), Hitler foi soldado no norte da França e uma francesa anônima da região alegava ter tido um filho com aquele que seria mais tarde o famoso führer da Alemanha Nazista (1933-1945).

O “filho” era a cópia escarrada de Hitler. Uma série de “evidências” corroboravam com a história.

Jean-Marie Loret (1918-1985), um cidadão francês, passou a vida tentando provar que seria o filho biológico de Hitler.

O teste de DNA surgiu em 1985 e dois filhos do citado Loret, de olho nos direitos autorais do livro “Mein Kampf”, publicado em 1925 por Hitler e ainda gerando grandes dividendos, resolveram submeter-se ao citado teste.

Como não há cabelo, sangue ou pedaço de pele do próprio Hitler, o teste foi realizado com primos do famoso ditador, cujos nomes foram preservados.

Qual foi o resultado? O DNA confirmou que não haver parentesco, ou seja, não são descendentes.

Não importa que o “famoso” tenha sido um cruel ditador. Não importa a fama. Se é famoso, tem gente que quer porque quer ser descendente desse famoso.

E assim caminha a humanidade.

 

Jean-Marie Loret alegava ser filho de Adolf Hitler, mas o DNA não corroborou com essa tese. (Foto Google Images)

 

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