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Walter Lemos Filho
BOM DIA

Marcia Nazaré Preste da Silva. (Foto Divulgação)

Meu bom dia desta sexta-feira, vai para à amiga que veio de Belém, provou e aprovou as belezas e encantos da ilha, e deseja fixar residência por aqui. Márcia Nazaré Prestes da Silva tem a profissão de gastônoma onde ja fez alguns free aqui na capital.Mas seu encanto pela ilha é tão grande que ela se dispõe a atuar em outras áreas, e tem determinação para isso. Então ela deixa aqui seu contato, para os interessados em contrata-la ligar: (91) 99103-0214.

FELICIDADE NO TRABALHO
Por Cleverton Alves

Tenho sido muito questionado sobre qual o perfil comportamental desejado pelas organizações. Posso afirmar que as companhias buscam pessoas felizes que encontram propósito no que fazem. Não importa seu nível hierárquico, o que importa é com quanta paixão você desenvolve seu trabalho. No mundo de hoje, todos querem resolver as coisas rapidamente e ser muito bem atendidos, e é isso que a corporações buscam.

Não sabemos ao certo o que é a felicidade ou como medi-la. Essa tarefa é tão difícil quanto determinar a temperatura da alma ou a cor exata do amor. Como mostra Darrin M. McMahon em seu elucidativo estudo “Felicidade: uma História”, desde o século 6 a.C, quando o rei Creso disse jocosamente que “aquele que vive não é feliz”. Temos visto esse duvidoso conceito ser considerado uma aproximação de vários outros, como prazer, alegria, plenitude e contentamento.
Como disse Samuel Johnson, a felicidade instantânea só é possível quando se está bêbado. Já para Jean-Jacques Rousseau, a felicidade era estar num barco sem rumo, sentindo-se um deus (o que não é exatamente a imagem que se tem de produtividade). Há, ainda, outras definições de felicidade que não são nem mais nem menos plausíveis que as de Rousseau ou de Johnson.

Tenho certeza que todos gostamos de, quando vamos comprar um hambúrguer em um fast food, ser recebidos com um sorriso pela atendente do caixa! Quando a pessoa entende seu propósito, ela pode mudar o mundo. A menina do caixa não faz o hambúrguer, mas ela faz parte de sua experiência de comer o hambúrguer, e, pelo tratamento dela, essa experiência pode ser ótima ou péssima.

Segundo Stephen R. Covey: “A felicidade, como a infelicidade, é uma escolha proativa”. Pessoas felizes encontram propósito de verdade no que fazem, e por isso fazem bem. E essas pessoas não arrumam desculpas para não fazer as coisas, elas simplesmente vão lá e fazem. Esse profissional é o típico brasileiro moderno, que é engajado, criativo e acima de tudo muito feliz, usando seu carisma e o bom humor para ser cada vez mais resiliente.

No mercado de trabalho temos muitos profissionais de “faz de conta”, que se escondem atrás de certificações e diplomas ou com títulos de coach. No fim do dia, porém, não entregam o que deles é esperado e se engajam em fofocas de corredor. Esses profissionais fazem muito mal para a companhia, e, insisto, não importa o nível hierárquico em que estejam. Não falo da crítica construtiva, que é muito bem-vinda em qualquer empresa, mas sim do profissional que fala mal da empresa para se defender. Pois esse não consegue sucesso e, em vez de procurar melhorar, fica desmotivando os demais e falando mal da companhia.

Por isso, afirmo: seja feliz e demonstre essa felicidade dentro de sua empresa, pois pessoas felizes e verdadeiramente engajadas transformam o mundo!

Cleverton Alves é COO da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI especializada em outsourcing e consultoria.

Como novas formas de contratação podem ampliar a diversidade e amenizar a falta de mão de obra em tecnologia

*por Matheus Fonseca
Já pensou como seria se cada um de nós fossemos avaliados, no ambiente de trabalho, por nossas habilidades, características, personalidade e experiências de vida? E se as empresas usassem esses critérios para encontrar talentos? Será que gênero, idade, raça e instituição onde a pessoa estudou, são informações que estão afetando o julgamento dos recrutadores? Muito pode mudar em uma companhia quando alteramos a forma de contratação – e arrisco dizer que a melhor forma de fazer isso é começando pelos processos de estágio e trainee.

Se os vieses inconscientes forem quebrados na hora de contratar, a tendência é que o resultado disso seja a formação de times cada vez mais diversos e novas oportunidades tanto para a instituição quanto para as pessoas que a formam. Mas para atingir esse patamar, precisamos fugir do que é convencional em recrutamento, ir além do tradicional, e com times treinados para conduzir bem as etapas. Um bom processo, além de informativo, é aquele que faz o candidato sentir que teve a oportunidade de aprender e se desenvolver nele e, mesmo que não seja escolhido, desenvolve uma relação positiva com a empresa e tudo que viveu durante a seleção. Uma pesquisa do LinkedIn mostrou que 75% dos candidatos levam em consideração a marca empregadora antes mesmo de se inscrever para uma vaga.

Para ajudar em programas com muitas inscrições, uma forma de deixar que as qualidades de cada um brilhem e evitar vieses tanto quanto possível, é fazer um processo às cegas. Felizmente o avanço da tecnologia tem tornado isso cada vez mais simples e menos custoso. Já existem ferramentas que ocultam, por exemplo, gênero, idade, instituição de ensino e outras informações não essenciais em etapas online, que podem ajudar na triagem. É importante também treinar a equipe de recrutamento para lidar com essas tendências que temos, especialmente as que são inconscientes.

Ainda que não seja possível remover totalmente os vieses já incutidos nas seleções e até mesmo nas ideias que temos pré-concebidas sobre recrutamento, podemos treinar para adquirir consciência deles e sermos menos afetados pelos mesmos. Uma pesquisa da plataforma de recrutamento britânica SomeoneWho mostrou que apenas 32% dos funcionários da área de RH acreditavam que não estavam sendo influenciados por algum tipo de preconceito ao realizar contratações e 48% admitiram que tiveram suas decisões impactadas.

A esta altura você talvez se pergunte: mas por que se preocupar tanto com isso? Por que este esforço para fazer diferente algo que, de certa forma, tem funcionado satisfatoriamente há anos? A resposta é que apenas mudando a maneira de selecionar, mudamos também o perfil das pessoas que contratamos. E quanto mais diversa for uma equipe – em ideias, histórias e perfis, assim como em gênero, raça e credo – melhores serão seus resultados.

Temos números para isso, mas antes de apelar para eles, vale dizer que trabalhar com as diferenças nos desafia e ajuda a gerar embates saudáveis de ideias. Além disso, nos estimula, de forma natural, a pensar fora da caixa – algo que as empresas tanto querem. Mas se esses argumentos não bastarem, os dados nos ajudam: de acordo com pesquisa realizada pela McKinsey & Company, companhias com maior equilíbrio de gênero são 21% mais propensas a ter lucratividade acima da média. Do ponto de vista étnico e cultural, os dados indicam 33% de probabilidade de desempenho superior.

E por que começar com programas de estágio e trainee? Porque vivemos, em especial nas empresas de tecnologia, um momento de grande dificuldade de contratação, que é ainda mais grave entre funcionários de nível pleno e sênior. A própria velocidade de transformação do setor torna difícil encontrar no mercado profissionais com os conhecimentos necessários. Se a oferta já é escassa, imagina ter que encontrar ainda pessoas que tenham fit cultural, além das habilidades técnicas?

Este problema só será resolvido, a longo prazo, se começarmos a contratar jovens talentos dispostos a aprender e dermos a eles as ferramentas e o apoio que precisam para se desenvolver. Em alguns anos, as lideranças da empresa terão se transformado, e assim toda ela. É um trabalho a longo prazo, mas seu potencial de transformação profunda não deve ser ignorado por instituições que desejam prevalecer sobre as dificuldades e deixar uma marca duradoura em seus mercados.

A verdade é que vale a pena, em todos os sentidos possíveis, encontrar pessoas cujos valores se alinhem com a sua companhia e promovam mudanças a longo prazo. Investir nos jovens é investir no futuro da sua empresa.

*Matheus Fonseca iniciou sua carreira no Grupo Movile em jan/2017 por meio do Mobile Dream Internship, programa de estágio. Hoje é coordenador de Employer Branding do Grupo e foi o responsável por encabeçar o programa de talentos em 2017. Formado em administração pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) com passagens por áreas de vendas e marketing, está há três anos no Grupo Movile, onde, além de liderar a área de marca empregadora, também atua como Business Partner.

CONVITE

Cristão, se reunem todas as sextas-feiras nesta quaresma as 17h30 na Catedral Metropolitana de Florianópolis para à oração da Via-Sacra. Todos estão convidados.
HOJE

Sexta 13, e tenho certeza que vai ser o seu dia. Se pensar que sexta de azar, você vai acertar e se pensar que é sorte assim será.

FIGUEIRA

Deu um passo importante ao vencer o pó de arroz no Scarpelão. Quem sabe este ano pode ser o combo alvinegro: Catarinense, Copa do Brasil, e Série B.

DICA

A importância da doação de órgão. Você ja pensou nisto? Nunca é tarde demais em faze-lo. Converse a respeito com seus amigos e familiares. Claro que não se trata de algo fácil, sempre é um ato marcado por inquietações e dúvidas mas não deixa de ser um ato de profunda solidariedade humana e cristã. JESUS, já dizia: ” Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelo irmão.”
FRASE

” O mistério gera curiosidade e a curiosidade é a base do desejo humano para compreender. … ” Neil Armstrong

LEITURA

O PRIMEIRO HOMEM – A VIDA DE NEIL ARMSTRONG – Neil Alden Armstrong foi um engenheiro aeroespacial e astronauta norte-americano que tornou-se o primeiro homem a pisar na Lua em 1969. Ele também foi um aviador naval, piloto de teste e professor
ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho  – Email: walterlemos1961@gmail.com

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