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Walter Lemos Filho
E-mail: walterlemos1961@gmail.com

BOM DIA

Janderson e Schmitt. (Foto Divulgação)
Nosso bom dia deste último dia março, vai para os agentes da Guarda Municipal de Florianópolis, pelo trabalho que vem realizando nestes dias difíceis de covid-19. Orientações, ações são o ponto alto de toda equipe. Nós da socidade civil, comécio aqui d grande Florianópolis, agradecemos a todos, em nome do Comandante Ivan Couto, deixo meu abraço a todos e em especial aos que aqui representam a Força Municipal; agentes Janderson e Schmitt. Parabéns!

HOJE

Faz anos que a sociedade brasileira deu sua resposta e apoio positivo aos militares que quase limparam os comunistas do Brasil. Mas a luta continua amigos.

TEMOS

Que nos readaptar a viver em comunidade. Sim, voltar as ruas com mais respeito pelo próximo. Respeitar a criação de DEUS, e saber que este tempo nos foi necessário para um amadurecimento espiritual.

HÉLIO COSTA

O Deputado Federal recém eleito disse não saber se é a favor de dar uma parte do seu salário para ser solidário ao covid-19. Realmente, concordo com ele. Não deu tempo de fazer seu pé de meia ainda. Fio desencapado.
MINISTRO PAULO GUEDES

Ministro descartou aumento de impostos e prometeu mais crédito em encontro por videoconferência organizado por Paulo Skaf com quase 40 grandes empresários

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, organizou na manhã do sábado, 28/3, uma videoconferência entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e os membros do Conselho Superior Diálogo pelo Brasil, formado por cerca de líderes de 40 grandes grupos empresariais sediados no país. A preocupação em minimizar os impactos da pandemia de Coronavírus na saúde e na economia deu o tom da reunião. “Não podemos poupar esforços nem recursos para isso”, disse Skaf.

Guedes assegurou a todos que o governo está empenhado nisso e afirmou que “nenhum brasileiro será deixado para trás”. “Vamos liberar todos os recursos que a saúde necessitar e, da mesma forma, não deixaremos faltar liquidez na economia” afirmou. O ministro também descartou aumento de impostos neste momento, como sugeriram alguns deputados. “A crise que estamos vivendo é transitória. Se aumentamos impostos, quebramos as pernas das empresas, o que vai impedir a retomada da economia mais adiante.”

Skaf frisou ao ministro a importância de facilitar o acesso ao crédito. O governo aumentou a liquidez no mercado, mas ainda assim as empresas estão com dificuldades de acessar os recursos porque os bancos estão segurando. “O dinheiro tem que chegar nas mãos das empresas”, afirmou Skaf.

Ele pediu que a medida anunciada na sexta-feira, 27, para pequenas e médias empresas, de uma linha de crédito específica para financiar a folha de pagamento de empresas que faturam entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por dois meses, seja estendida às demais companhias, menores e maiores. Neste período, o trabalhador não pode ser demitido. O presidente da Fiesp solicitou também que as empresas que estejam no Refis sejam liberadas do pagamento nesses três meses de crise. Guedes concordou com ambos os pleitos.

O ministro disse ao grupo que um dos grandes desafios do governo é conseguir mais testes para a população. Os empresários se dispuseram a contribuir comprando exames para testar seus funcionários e passar o excedente para o poder público. A Vale já tomou esta iniciativa. “Vamos comprar um milhão de testes. Cerca de 70 mil serão para os nossos colaboradores e o restante vamos doar”, disse oco-presidente do Conselho de Administração da Ambev, Victorio de Marchi.

Edgard Corona, presidente do grupo Bio Ritmo/Smart Fit, também prometeu adquirir exames para seus funcionários e para a população “Queremos inundar o Brasil de testes”, disse.

Segundo Guedes, o ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto, foi destacado para cuidar da logística da distribuição desses exames doados pelas empresas. Christian Gebara, presidente da Vivo, disse que a tecnologia pode ajudar a mapear os locais com mais contaminados e com mais risco se esta informação for disponibilizada, como ocorreu em alguns países da Ásia.

Para os empresários, a realização de testes em massa é um dos pontos importantes para viabilizar o início da retomada de algumas atividades nas cidades onde hoje só funcionam os setores essenciais. Isso poderia ocorrer ao longo do mês de abril, de forma gradativa, responsável e tomando-se todos os cuidados necessários.

Os empresários também expressaram preocupação com algumas decisões tomadas por gestores públicos que geram insegurança jurídica. Na sexta-feira, 27, o governo de São Paulo determinou o confisco de 500 mil máscaras da 3M. Da mesma forma, a prefeitura de Cotia (SP) entrou na empresa Magnamed para confiscar 35 respiradores. Em Recife (PE), o governo estadual se apossou de um hospital do grupo Hapvida.

Durante a reunião, Skaf contatou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para manifestar a ele esta inquietação. Os empresários também reiteraram a importância de manter as cadeias produtivas operando em sua totalidade. Do contrário, podem faltar alimentos, remédios, produtos de saúde e outros itens fundamentais para o bem-estar da população.

COMÉRCIO COMO DRIBLAR CORONAVÍRUS

Rodrigo Belém, Fundador e CMO na BomCupom

O Coronavírus chegou com força no Brasil e o cenário tende a piorar. Os impactos negativos nos pequenos comércios locais são inúmeros. Por isso, é fundamental que sejam adotadas estratégias relevantes para que a adaptação ocorra da melhor forma possível.

A principal preocupação da população agora é a saúde. Nesse sentido, as formas de prevenção dominam os noticiários e evitar sair de casa é uma das principais recomendações. Sim, a quarentena é extremamente importante para que a proliferação do vírus seja contida. A medida, no entanto, impacta diretamente comércios locais e profissionais autônomos.

De acordo com a Agência Brasil, o setor de alimentação fora do lar já começou a ser afetado pelos efeitos da disseminação da doença, mas a média do Brasil ainda não chega a 15% de queda. Por isso, precisamos “aproveitar” que o vírus não está alastrado no mesmo nível de outros países e que a queda de vendas ainda não é tão expressiva para elaborar algumas táticas que podem contribuir para amenizar os efeitos de quando o ápice da crise chegar.

1) Delivery e Take-Out

Na China, uma das maiores empresas de food delivery reportou um aumento de quatro vezes mais pedidos comparado ao mesmo período do ano passado. Por conta disso, muitos restaurantes estão antecipando um ‘’boom’’ neste tipo de serviço. Caso você não trabalhe com delivery em seu estabelecimento, essa é a hora de se atentar para isso e buscar todos os canais possíveis, como os aplicativos.

2) Combos e promoções no Cardápio

Com milhares de empregados trabalhando de casa, crianças fora da escola e eventos sendo cancelados, a pessoa que antes pedia comida sozinho, provavelmente terá que incluir o restante da família. O que está sendo bem utilizado fora do país e vem sendo muito assertivo é o desenvolvimento de combos promocionais para uma quantidade maior de pessoas, como, por exemplo, pratos família, entre outros formatos. Além disso, é essencial trabalhar com descontos e promoções, focando no ganho de volume de vendas.

3) Gift Cards

Outra estratégia que está sendo utilizada por alguns estabelecimentos locais em todo o mundo é a adoção de vouchers de refeições. É possível disponibilizar para os consumidores mais fiéis a opção de comprar estes cupons de determinados produtos para serem utilizados assim que o estabelecimento reabrir após a crise. O prêmio para o consumidor que paga por um produto antecipadamente é o desconto ofertado. É importante que a promoção seja atrativa para que o consumidor se sinta realmente atraído a comprar.

4) Comunicado nas redes sociais

Comunicar como o seu estabelecimento está agindo mediante a crise e como os seus funcionários estão fazendo para evitar ao máximo o contágio com o vírus passa bastante credibilidade na hora da escolha de compra do consumidor. Esse comunicado pode vir com um texto explicando o momento em que o restaurante está passando e imagens que mostrem a higienização do local e dos colaboradores para gerar empatia e mostrar a atenção da empresa para com a saúde dos seus funcionários.

5) Turnos estratégicos

É bem provável que as vendas caiam neste período e para que o prejuízo não seja alto é preciso que haja uma redução efetiva nas despesas. Uma boa alternativa para isso é analisar os padrões de consumo de pedidos delivery no seu restaurante e montar uma estratégia de escala de funcionários, definindo claramente o número de funcionários que necessitam estar presentes em cada momento do dia baseado no histórico de pedidos.

Esse é um momento em que não temos que ter pânico, mas calma e resiliência para driblar essa situação da melhor forma. Para nós, consumidores, o principal é dar preferência aos estabelecimentos locais. Agora eles precisam mais do que nunca da nossa ajuda para sobreviver.

#ConsumaLocalmente

Sobre Rodrigo Belém

Fundador e CMO da BomCupom, rede de microfranquia que conecta consumidores e estabelecimentos locais com o objetivo de fomentar a economia regional É natural do Rio de Janeiro e especialista em marketing, produto e growth. Possui experiência no desenvolvimento de estratégias analíticas, resolução de problemas e no gerenciamento de diversos projetos ao mesmo tempo.

DICA

Continuar utilizando os aplicativos IFood e Uber Eats, para seus pedidos. Nestes tempos adversos, são boas soluções.
FRASE

” Creio que tenho prova suficiente de que falo a verdade: a pobreza.” Sócrates

LEITURA

UMA BREVE HISTÓRIA DAS GUERRAS – Geoffrey Blainey.  ‘Guerra e paz não são extremos opostos, e a distinção entre um guerreiro e um pacificador é frequentemente uma miragem.’Em Uma Breve História das Guerras, Geoffrey Blainey, um dos mais importantes historiadores da atualidade, propõe uma incrível viagem pelos bastidores dos grandes conflitos mundiais travados desde 1700.Por que batalhas isoladas se transformam em guerras generalizadas? Como a situação financeira de um país pode determinar o início ou fim de uma guerra? Quais os mistérios por trás dos longos períodos de paz? O que grandes estrategistas como Hitler, Lenin e Saddam Russein não previram? E por que nos dias atuais a paz é imposta pelo medo? Entre queda de monarcas, batalhas acidentais e teorias de conspiração, o custo da guerra e o preço da manutenção da paz tornam-se faces da mesma moeda.Baseado em uma extensa pesquisa, Blainey analisa minuciosamente os fatores que incitam a guerra e levam à paz, os intrincados relacionamentos entre as nações, a corrida armamentista, o surgimento das grandes guerras mundiais, a influência tecnológica e as recentes mudanças no painel político mundial.A leitura de Uma Breve História das Guerras é envolvente, polêmica, repleta de novas percepções e questionamentos. Entrelaçando política, economia e ideologia, esta obra instigante irá ajudar o leitor a interpretar o passado e a compreender o presente.Geoffrey Blainey é também autor dos best-sellers Uma Breve História do Mundo e Uma Breve História do Século XX

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

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