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Walter Lemos Filho

BOM DIA

Madalena Decker. (Foto Divulgação)

Meu bom dia desta quarta-feira, vai para minha amiga que deve estar com o sorriso de ponta a ponta das orelhas: Madalena Decker. Como carinhosamente me refiro, ela é a guardiã, a primeira ministra da nossa Catedral Metropolitana de Florianópolis. Com ela não tem tempo ruim, dedicada, Venho da vizinha Antonio Carlos, tia de Sacerdote, para ajudar a cuidar da nossa igreja mãe nossa Catedral e de seus padres. Deixo aqui meu desejo de sucesso sempre na sua vida.

SINDICATO

Dos proprietário de Postos de combustíveis reclamam que estão à trê anos trabalhando com prejuízo. Pergunto? Quantospostos amigo leitor você viu fechar aqui na grande Florianópolis nos últimos três anos? E é necessário por isso adcionar a 70% de álcool na gasolina?

AÉCIO

O deputado cheirador que queria ser presidente, agora está apoiando Mandetta para 2022. Este é o exemplo de que a Cocaína faz mal para o cérebro. Inclusive de quem não tem.

BRASÍLIA

Deve ter uma praga de madrinha muito grande. Uma capital que foi projetada por um arquiteto comunista que abriga os maiores ladrões do Brasil.

CONTINUO

Achando interessante. Em meio esta pandemia não morreu nenhum político brasileiro esquerdopata, muito menos, democrata na China.

É

Hoje que as coisas começam a se normalizar ao menos no comércio. Mas por gentileza, usem máscaras. O que tenho visto nas ruas de idosos, jovens, e adultos sem é uma grandeza.

DIA DA TERRA

Lucas Medola, CFO do PayPal Latam

Este ano marca o 50º aniversário do Dia da Terra. E, apesar da Covid-19, o 22 de abril é uma data para ser celebrada e uma oportunidade de iluminar as ameaças e os desafios que nosso planeta enfrenta.
Continuaremos reconhecendo e apoiando nossos líderes políticos, profissionais da área médica, socorristas e pessoas comuns ao tomarem medidas sem precedentes para controlar o surto de vírus, mas também devemos olhar para o futuro para que possamos viver num planeta saudável e próspero.
Em 1970, um movimento popular de cidadãos americanos se formou com o objetivo de proteger a saúde pública e o meio ambiente da ameaça da poluição. As medidas das quais os americanos continuam a se beneficiar incluem proteção e preservação do ar, da água e da terra. E o Dia da Terra se tornou uma data global, quando milhões de pessoas reconhecem a importância de proteger nossos preciosos ecossistemas naturais.
Hoje enfrentamos questões ambientais globais urgentes, sendo a mudança climática a principal delas. Assim como a pandemia da Covid-19, as mudanças climáticas não têm fronteiras e estão fora do controle de qualquer governo ou organização. Além disso, ambos os desafios exigem uma resposta global e ação coordenada de todos para proteger aqueles que, entre nós, são mais vulneráveis. Enquanto nos esforçamos como comunidade global para combater uma ameaça aguda, não devemos nos esquecer dos desafios crônicos que ainda exigem soluções.
Saúde financeira e segurança estão no centro de todo o trabalho que fazemos no PayPal. Consideramos isso um direito fundamental e acreditamos que é essencial para a resiliência de indivíduos, organizações e comunidades afetadas pelas mudanças climáticas. Os efeitos desestabilizadores dessas mudanças, incluindo tempestades, secas e ondas de calor cada vez mais frequentes e severas, oferecem muito mais riscos aos menos favorecidos financeiramente.
Por isso, estamos cumprindo nosso compromisso de estabelecer uma meta baseada na ciência para emissões de gases do efeito estufa, em alinhamento com o Acordo Climático de Paris. Estabelecemos a meta de atingir 100% de energia renovável para nossas operações de data center até 2023 e pretendemos cumpri-la. No ano passado, aumentamos nossa energia renovável em 16 pontos percentuais, atingindo 65%. Também estamos analisando oportunidades para mobilizar nossa plataforma de pagamentos para apoiar uma transição equitativa para uma economia neutra em termos de clima.
Nossa tecnologia pode fornecer remessas e doações para comunidades impactadas por incêndios, inundações e outros desastres climáticos extremos, e acelerar o desenvolvimento de mercados para projetos de remoção de carbono. Por meio de nossa plataforma e tecnologia, podemos oferecer soluções inovadoras de pagamento que combatem as causas e consequências de um planeta em aquecimento.
Há indicações precoces de que as medidas mundiais de distanciamento social sem precedentes, implementadas em todo o mundo para conter a disseminação da Covid-19, tiveram a consequência não intencional de gerar um grande declínio nas emissões globais de gases do efeito estufa. Obviamente, desligar a economia global não é uma solução viável para as mudanças climáticas. Mas, para o bem ou para o mal, muitos de nós fomos forçados a se adaptar a um mundo virtual.
Muitos de nós aprendemos a trabalhar em casa com sucesso e nos tornamos adeptos do uso de ferramentas de colaboração remota para reuniões com colegas e parceiros de negócios, na mesma cidade ou do outro lado do mundo. E, enquanto a pandemia da Covid-19 nos forçou a trabalhar e viver de forma diferente, também mostrou que temos a oportunidade de fazer mudanças mais permanentes que beneficiem o clima – por exemplo, mais reuniões virtuais, menos viagens de negócios, limites naturais e flexíveis entre trabalho e casa.
O futuro é incerto, mas, quando o mundo começar a emergir do que todos esperamos ser os piores dias desta pandemia, estaremos mais preparados do que nunca para responder a outros desafios globais. Saberemos que somos capazes de coordenar questões além-fronteiras. E reconheceremos que nossas ações individuais são críticas para a solução coletiva dessas questões climáticas.
Neste Dia da Terra, vemos que muitos têm encontrando novas oportunidades de se conectar com o mundo. Estamos encontrando novas inspirações no nosso dia a dia. E enquanto esperamos e nos preparamos para o retorno à normalidade, devemos fazê-lo com o conhecimento e a confiança de que, juntos, podemos resolver grandes problemas sociais em benefício de todos, especialmente dos mais vulneráveis

HOJE

É dia Mundial do Livro. espero que você tenha aproveitado neste período de isolamento com boas leituras.

FOM DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA?

Renato Casagrande

Tenho tido algumas certezas nesses últimos dias. Uma delas é que a expressão “educação a distância” está com os dias contados. Em breve ficará meio démodé nos referirmos a educação mediada por tecnologias como EAD ou “educação a distância”. Essa expressão carregada de demérito, de preconceito e de estigmas vai em breve para o lixo. Não falaremos mais em EAD, falaremos em educação em qualquer tempo, em qualquer hora e em qualquer lugar. Falaremos em educação e tecnologia. Falaremos de educação. Ponto.Mas, não se trata apenas de mudança de nome. O título deste artigo eu fiz com um propósito, o de despertar sua curiosidade sobre o tema. É brincadeira, desculpe-me! Realmente queria chamar sua atenção para um fato que vai mudar drasticamente o processo de ensino e aprendizagem nas nossas instituições educacionais.

Estamos vivendo dias de experimentação e quebra de paradigmas. Estamos vendo nascer de fato uma nova educação. Sem estigmas, preconceitos ou resistência, estamos abraçando e fazendo as pazes com as novas tecnologias. Estamos, nós educadores, entendendo que podemos dar passos largos em direção a um futuro e com muito mais certeza de que conseguiremos chegar “com qualidade” a lugares que pelos métodos tradicionais nunca conseguiríamos.

A educação, principalmente no ensino médio e superior, não será mais a mesma após a triste pandemia que vivemos. Professores que até 15, 20 dias atrás não tinham a mínima noção e nem interesse em interagir com seus alunos por meio de tecnologias, se viram ameaçados na sua função. O computador que entrou pela porta dos fundos na escola, agora, em formato de smartphone, tablet ou notebook, em poucos dias tornou-se o maior aliado dos educadores.

Professores da educação básica e mesmo do ensino superior foram forçados rapidamente a se aliarem e usarem as tecnologias em suas aulas. E o que é mais surpreendente: estão gostando. Sim, e não são poucos os professores. Os mesmos que pestanejavam para as tecnologias agora me dizem que estão se divertindo e encontrando novos “sabores” em suas aulas. Até professora de pijama já vi dando aula. Também vejo muitos professores estufarem o peito para falar: “hoje somos todos digitais”. Os poucos professores que ainda não entenderam ou que ainda insistem em não entender ficarão à margem da estrada. O trem bala está passando.

Nada será como antes. Como o homework deve ganhar protagonismo nas empresas em geral, a educação mediada por tecnologias também entrará de vez nas escolas e nas universidades no período pós-isolamento. É uma nova relação. É uma nova história.
Associada às questões da resistência e da falta de hábito ou da própria competência em lidar com as novas tecnologias, na educação temos as questões econômicas que vão imperar de forma drástica no período pós-isolamento social. Viveremos anos de longas crises e cada “tostão” a ser gasto ou investido pelo governos, pais e alunos terá que ter um grande retorno. E aí a educação não presencial, híbrida ou mediada por novas tecnologias também contribuirá muito. A educação, quando produzida em escala, é muito mais barata. E a única ou a melhor forma de produzirmos em escala é com o auxílio das tecnologias. Ela alcança os alunos em qualquer lugar e em qualquer hora.

Por fim, não tem e não terá mais sentido jovens se deslocarem de um canto para outro e se amontoarem em salas de aulas com até 100 alunos (realidade em muitas Instituições de Ensino Superior, por exemplo) para assistirem suas aulas. Quando tudo voltar ao normal, o normal não vai ser a aula presencial. Isso não significa que as aulas serão todas não presenciais. Estudos e pesquisas já nos mostram há tempos que o que funciona mesmo é o hibridismo. Ou seja, os alunos assistem às aulas e fazem atividades não presenciais, e também têm momentos presenciais com professores e colegas. Essa junção da presencialidade e não-presencialidade já tem dado bons resultados na educação superior, principalmente nas grandes instituições de ensino superior, e agora deve avançar a passos largos em todas as instituições de educação superior, de ensino médio e até do fundamental, principalmente dos anos finais.

Não é simples, nem fácil, mas é possível, eficiente e dá resultados. Temos muito a aprender sobre educação e tecnologia. Mas, temos muitos trabalhos científicos, muitas pesquisas, muitos estudos que agora serão mais valorizados e nos ajudarão a aperfeiçoar o processo que ainda é bem amador. Temos bastante a aperfeiçoar e muito a crescer, mais a largada foi dada. Os que não entenderem isso ficarão para trás. É um caminho sem volta.

*Renato Casagrande é especialista em gestão educacional, palestrante, autor de livros e presidente do Instituto Casagrande.

DICA

Nossas Igrejas abriram.Hoje é dia da Novena em Honra e Louvor a Nossa Senhora do Perpetuo Socorro. Começa as 15h na Catedral Metropolitana de Florianópolis. Se você tiver tempo chegue as 14h20 para juntos rezarmos o Santo Terço.

FRASE

“Se todos quisermos, poderemos fazer deste paós uma grande nação. Vamos fazê-la.” Tiradentes.
LEITURA
O TEOREMA DE KATHERINE – John Green.O Teorema Katherine é um livro de ficção jovem adulta, escrito por John Green. Foi publicado em 2006, sendo finalista do Prêmio Michael L. Printz. O livro inclui um apêndice escrito por Daniel Biss, um amigo próximo de John Green, explicando algumas das equações complexas usadas por Colin na história

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

https://chat.whatsapp.com/FPjwOITgOdo9LQnZAJprNs

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