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Walter Lemos Filho

E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

BOM DIA

 

Arthur Lemos Pereira. (Foto Divulgação)

Meu bom dia desta segunda-feira, vai para o aniversariante, meu sobrinho e empreendedor: Arthur Lemos Pereira. Proprietário do Dez55 Bar na av. Madre Benvenuta no Jardim Santa Mônica., meu sobrinho é gente da melhor qualidade. Excelente anfitrião, e dono de uma energia ímpar. Deixo aqui meus parabéns e desejo de sucesso sempre na sua vida.

 

NEGÓCIOS DIGITAIS PÓS CRISE

Sérgio Lima

Enquanto muitas empresas procuram sobreviver a tempestade econômica a que passamos por causa da crise do Coronavírus, é importante respirar fundo e avaliar o futuro. Já está claro que, quando tudo isso acabar, estaremos em um mundo completamente diferente do que vivíamos antes das pessoas se isolarem em suas casas. Aceitar isso e se preparar para adequar-se as mudanças é o principal fator para sair mais forte dessa pandemia.

Isto posto, entendo que a maior lição que esse período nos deixou é que devemos sair dele ainda mais digitais do que entramos. Isso porque, problemas, em geral, aceleram transformações que já estavam em andamento, pois elas têm se tornado a chave da sobrevivência de muitas empresas. Como resultado, daqui para a frente, não fará mais sentido pensar em um negócio sem pensar em tecnologia.

Por isso, o ponto de partida para a preparação do amanhã deve ser: o que podemos esperar dos negócios digitais após a crise? Pensando nisso, especialistas do mundo todo tem mapeado quais serão as principais tendências que nos esperam daqui em diante.

Gostaria de compartilhar as duas mais interessantes que encontrei e mostrar o que podemos aprender com cada uma:

As lives do Instagram e as experiências culturais imersivas

Shows e espetáculos via redes sociais e tours virtuais em exposições têm tido um alcance bastante expressivo durante o isolamento social no mundo todo. E isso nos abre uma porta para algo pouco explorado até aqui, e que agora, deve ser uma grande tendência: apostar em experiências culturais imersivas.

Tentar conectar vivências do mundo real no digital usando tecnologias como: inteligência artificial, realidade aumentada e assistentes virtuais a meu ver, pode ser um ótimo caminho tanto como investimento de negócio, como aposta na comunicação e marketing de uma empresa. É possível, por exemplo, usar essas ações para agregar valor, promover identificação, personalização e engajamento.

 

Hábitos de consumo ainda mais conscientes

Comprar de forma consciente é mais um exemplo de transformação que já estava em andamento e deve se fortalecer ainda mais no mundo pós-pandemia. Para se ter uma ideia, o jornal Financial Times, um dos mais relevantes nos Estados Unidos e no mundo, lançou uma campanha “Capitalism: Time for a Reset”, falando justamente sobre a necessidade de consumir de forma consciente após esse período de recessão.

O resultado disso no mundo dos negócios é o seguinte: consumidores darão mais valor a marcas que estimulem e comuniquem esse tipo de iniciativa. É um investimento para ficar de olho nos próximos meses e, caso você não tenha nada neste sentido na sua empresa, pensar de que forma agregar esse conceito ao seu negócio.

Avaliar essas duas tendências que citei acima nos faz entender que é preciso olhar para os novos hábitos que estão surgindo durante a quarentena e se adaptar a isso, com tecnologia, com comunicação assertiva e eficiente. Isso é possível com iniciativas que agreguem valor e tragam relevância para as marcas. O futuro está batendo na porta cheio de mudanças, precisamos nos adaptar a ele o quanto antes!

 

SOLIDARIEDADE

Natiele Krassmann

 

Como bem disse o “pai da publicidade brasileira”, Washington Olivetto, “agora não é hora de vender, mas de prestar serviços”. Parece utópico para uma sociedade capitalista em que muitos (nós todos, não?) dependem do trabalho diário de vendas, seja de produtos ou serviços, para sobreviver.

Mas, a mais pura verdade é essa: com o isolamento social e o lockdown necessários para o combate da disseminação do Covid-19, seja para pessoas ou empresários, o foco atual deve ser o acolhimento. Sim, acolhimento! Acolher é colocar-se no lugar do próximo e buscar maneiras de ajudá-lo a contornar um problema ou uma situação ruim. E prestar serviços é acolher as dores, entender as necessidades e buscar soluções para tanto, mesmo à distância.

A criatividade deve ganhar espaço e dar voz a ideias e estratégias para que empresas e marcas se façam presentes mesmo diante do distanciamento social, seja por meio de videoconferências, lives, dicas, cartas, figurinhas ou remessas via portador para pessoas especiais.

Como atender e ajudar o seu cliente, mesmo que não estejam comprando seus produtos? Acolha! Olhe para seu material humano e o equipamento tecnológico que têm à disposição para ajudar sua comunidade, os clientes (por meio das redes sociais) e quem mais puder, seja com dicas, meios para distração ou com formas de facilitar a vida diária em casa para quem está confinado.

Parafraseando o CMO da Alpagartas: “a marca tem de se fazer útil”. Afinal, as vendas (e compras) estão restritas, na maioria dos lares, ao necessário – alimentação e higiene; portanto, itens que não estejam nessa lista, estão fora da prioridade atual. E mesmo para quem vende esses itens, como entregar melhor?

E como parte do público, estenda a mão (virtual) para seu time e, juntos, decidam como manter os salários para que a roda continue girando. Isso vale para fornecedores, afinal, definitivamente aprendemos que dependemos uns dos outros: se um para, todos serão prejudicados; seja o shopping, as empresas de energia, até as equipes de limpeza e segurança terceirizada, que têm famílias para contar. Isso vale para concorrentes e/ou outros empresários em iguais situações: dividir angústias e planos pode minimizar o peso e os medos do momento atual. Afinal, estamos todos no mesmo barco. Remar junto, pode ser uma força a mais para abandonar a tempestade.

Em um segundo momento, quando toda essa crise de saúde e econômica mundial passar, certamente as iniciativas de marcas e empresas que entenderam melhor a missão de acolher serão mais lembradas. Afinal, fizeram a diferença em um período sensível para o consumidor. E você, como acolhe?

PONTO

Negativo, das declarações dadas por amigos de Mário Petrelli com sua morte. Muitos nomes envolvidos em corrupção. Muitos mesmo. E me pergunto.Não havia nenhum colaborador do baixo clero, como dizem os políticos que pudessem falar bem dele? Ou estes não dão ibope?

DICA

Empórium Gelateria, The Best Açai, e Sorveteria Artesanal, continuam atendendo seus clientes  pelos aplicativos do Uber, I Food, E Rappi. São gelatos, sorbettos, açaís do Pará, sopas e outras opções.

O

“Bom livro é aquele que se abre com interesse e se fecha com proveito.” A.B. Alcott. Uma sabia frase. Mas o brasileiro continua lendo pouco. Por isso muitos jumentopatas por ai.

MINISTRO

Sérgio Moro saiu. Ainda não tenho uma opinião formada sobre o assunto. Mas as farpas são de ambos os lados. Outra coisa. Votei no Bolsonaro, não no ministro.

FRASE

De uma ptralha, jumentopata, desculpem a redundância. ” Moro era o melhor Ministro que vocês tinham.” Dá para acreditar? Não quero usar a droga que eles usam.

LEITURA

O CHAMADO DO CUCO – Robert Galbraith.- Romance policial de estreia de Robert Galbraith, pseudônimo da britânica J. K. Rowling, O chamado do Cuco chega ao Brasil simultaneamente em capa dura, brochura e e-book, totalizando uma tiragem de 125 mil exemplares.

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

 

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