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Como diz o ditado, “quando mais mexe, mais fede”. Agora mais um “escândalo” dentro do escândalo foi dito pelo governador Carlos Moisés da Silva (PSL) na coletiva à imprensa de sexta (22/05/2020).

Faz um pouco mais de uma semana que 50 respiradores “Shagrila 5105” chegaram no aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Seriam o primeiro lote dos 200 respiradores comprados pelo governo de Santa Catarina pagos adiantados por pressão do então secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, segundo denúncias.

Agora imagine a situação. Deu o rolo todo por causa do pagamento adiantado e do volume absurdo de dinheiro. Agora imagine se esses primeiros 50 respiradores forem rejeitados porque não são os equipamentos previstos no contrato e que de nada servirão em UTI hospitalares.

Aí chegamos à coletiva de imprensa de sexta (23/05/2020). O governador Carlos Moisés disse que, SE os respiradores recebidos não puderem ser aceitos como parte da entrega da encomenda, que os mesmos sejam enviados a “outras unidades da federação”.

“Se servirem os respiradores provavelmente o estado receberá para colocar em uso, se não servirem vamos disponibilizar em juízo para dar um destino adequado, podem não servir aqui, mas podem servir para outra unidade da federação”, disse Carlos Moisés.

O problema é que cada um desses respiradores custaram ao governo de Santa Catarina R$ 165 mil e a compra total foi de R$ 33 milhões.

Em linguagem popular: é como se o Estado de Santa Catarina RASGASSE R$ 33 milhões numa compra inútil que não serviu para absolutamente nada.

 

 

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