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Walter Lemos Filho

BOM DIA

Renata Melari. (Foto Divulgação)
Meu bom dia desta terça-feira vai para à amiga Renata Melari. Eu a defino como uma multi mulher. Sua simpatia, seu sorriso, sua maneira de se expressar e a leveza que leva a vida, é bom exemplo e boas energias para os amigos. Sempre digo, ela merece um espaço na mídia por ser a pessoa mais espirituosa que conheço. Deixo aqui meu carinho respeito e desejo de tudo de bom na sua vida.
MESMICE

Como podemos mudar o Brasil, ou melhor, como nosso Presidente pode mudar o Brasil, com estas escórias do $TF, ou muitos corruptos do Congresso Nacional?

Para lembrar ao indicado Ministro do $TF, Xande de Moraes, que atentar contra a Segurança Nacional, foi o que fez ele e seus comparsas da corte, que deveriam ser cotados faz tempo, soltando bandidos como o Lula.

COM

Este começo de inverno com temperaturas na casa dos 32 graus a manezada não quer mais nada. Final de semana as praias estavam lotadas.

TELECOMUNICAÇÕES E O NOVO MINISTÉRIO

Carlos Eduardo Sedeh

Neste mês, assistimos à recriação do Ministério das Comunicações. Pasta na qual ficaram subordinadas a Anatel e as estatais Correios, EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e Telebrás (Telecomunicações Brasileiras), além das concessões de RTV . Vejo esse movimento como algo muito positivo para as Telecomunicações, pois proporcionará um olhar mais direcionado para as pautas do setor, algo diferente do que ocorria no arranjo anterior, que tinha um escopo muito maior englobando também ciências e tecnologia. Vale dizer, essa mudança veio em boa hora, quando estão se avizinhando temas importantes para o setor que exigem toda a atenção e cuidado.

O novo ministro Fábio Faria assumiu a pasta, na quarta-feira (17), e durante sua posse fez um discurso apaziguador, colocando em destaque temas relevantes como a implementação do 5G, além de afirmar que a tecnologia terá impacto significativo na economia e no acesso ao conhecimento, afirmação que apoio completamente .

Agora, as dúvidas são relacionadas às ações futuras. É preciso saber se ele irá manter as estruturas das secretarias, que possuem profissionais competentes e técnicos em posições de liderança – como nunca houve em outro governo – e que vêm transformando a dinâmica da Indústria, aplicando esse conhecimento e entendendo os temas transformadores para o setor de telecomunicações, com um olhar mais amplo e técnico.Entre eles, destaco o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Leonardo Euler de Morais e o Secretário das Telecomunicações (MCTIC), Vitor Menezes.

A permanência de quadros altamente qualificados em posições de liderança, como os citados acima, é fundamental para a continuidade dessa evolução de como o legislador interpreta o mercado. Também seria muito importante a busca, junto ao ministro, de um diálogo para sua familiarização com todas as questões relacionadas às Telecomunicações, por ser um mercado com muitas particularidades no Brasil. Para começar, tem mais de 10 mil empresas operando no setor – não há nenhum outro país com tantas operadoras competitivas no mercado, por exemplo. Além disso, há mais de 3 anos, o sistema registra recordes de adição de fibra óptica graças àquelas companhias que se encaixam na definição de Prestador de Pequeno Porte (PPP). Sem a atuação delas, a penetração da banda larga seria bastante restrita e com menor velocidade, principalmente porque essas empresas utilizam predominantemente a fibra óptica como meio de conexão, que permite maior velocidade de acesso.

O que se espera é que o responsável pela nova pasta jogue luz no mercado de Telecomunicações, mostrando ao grande público qual sua dinâmica e composição, além de ser importantíssimo que o ministro aborde temas na área de infraestrutura e de tributação, e a própria licitação do 5G, que é fundamental, assim como todas as regulações que envolvem essa tecnologia.

A ideia é que ele tenha olhos focados para o setor, já que a Comunicação em si sempre teve um destaque muito grande para o poder público, no que se refere a concessões de rádio e TV. Hoje, a informação está rapidamente se deslocando para as mídias sociais. Também, é necessário lembrar que sem a internet as pessoas não conseguiriam produzir da forma como fazem hoje e, muitas delas, seriam impossibilitadas de permanecer em casa neste momento, colaborando com isolamento social durante a pandemia.

Desde a privatização do setor com a Lei Geral das Telecomunicações, em 1997, houve transformações muito rápidas, notadamente nos últimos 10 anos. A nova Economia Digital – que incorpora tecnologias e os dispositivos digitais nos processos de produção, na comercialização e na distribuição de bens e serviços – citada no discurso de posse do novo ministro, também só existe devido à internet e o papel da fibra óptica é fundamental para sua disseminação .

Por isso, é necessário que o setor esteja maduro, com um Marco Regulatório estável para proporcionar investimentos, e a pacificação de temas relacionados a impostos e infraestrutura, como o compartilhamento de postes e fibra, que são controversos. Tudo isso, respeitando a dinâmica e as peculiaridades do setor – fazendo com que grandes, médias e pequenas empresas possam coexistir e jogar juntas. Somente assim, será possível o desenvolvimento sustentável desse mercado tão importante para a sociedade.

Desejo ao ministro e sua equipe toda a sorte nesse momento. Que o seu bom senso, demonstrado no discurso de posse, seja mantido, apesar das pressões dos agentes externos, e que possa dar continuidade ao projeto de um setor público mais técnico e moderno, que evolui junto com o mercado, e entenda o papel essencial das telecomunicações, nesse cenário que se desenha como o “novo normal”.

POLARIZAÇÃO COMPROMETE DIÁLOGO SOBRE MEIO AMBIENTE

Fabíola Zerbini*

Os projetos de escala global relacionados ao meio ambiente enfrentam mais um conflito, além dos tantos que a atualidade nos trouxe: a crise dos espaços de mediação, diálogo e negociação. Em tempos de polarização, não há espaço para o negociador. Abrindo-se mão de algo, está a serviço do outro lado; se negocia, está sendo cooptado; e se não se manifesta, é omisso. A disputa de narrativas ocupou os espaços de negociação e composição de acordos.

Assim, um fato recente na história política – o surgimento de coletivos de organizações e pessoas que juntam interesses e projetos em objetivos mais ou menos comuns, as chamadas redes multiatores – encontra-se sob ameaça diante do acirramento de polarizações.

Essas redes podem representar, na verdade, uma resposta à percepção de que problemas complexos exigem respostas complexas, multidimensionais, que só podem ser construídas a partir de uma dinâmica contínua de diálogo, negociação e acordo entre diversos atores.

Na semana passada, por exemplo, um diálogo virtual promovido pela rede público-privada Tropical Forest Alliance (TFA), reuniu os principais atores da cadeia de produção e comercialização de carne bovina do Brasil e da China, permitindo que empresas exportadoras e importadoras, bancos financiadores, ONGs e autoridades governamentais discutissem oportunidades para a melhoria contínua e resultados sustentáveis na produção de carne bovina de maneira sustentável e responsável.

Por meio deste encontro, evidenciou-se a importância do uso de técnicas de intensificação e monitoramento da cadeia da pecuária, bem como de mecanismos financeiros e tributários inovadores como soluções potenciais para a redução do desmatamento associado à produção de carne, e consequentemente, às emissões de carbono decorrentes.

Nos últimos anos, as redes se fortaleceram como espaços políticos privados que buscam garantir e construir direitos a partir de uma lógica de diálogo e consenso, criando e implementando regras políticas e mercadológicas que funcionam para os que voluntariamente a elas aderem. Sistemas de certificação ditam padrões sociais e ambientais aos processos produtivos, que funcionam somente entre empresas e consumidores que as priorizam: no caso do papel e celulose, representam cerca de 80% do mercado mundial, sem que uma lei sequer os torne obrigatório. Acordos voluntários entre empresas de soja, ONGs e produtores fizeram o desmatamento na Amazônia despencar 85% entre 2009 e 2016, ao mesmo tempo que a área de soja plantada na região subiu de 1,4 milhão de hectares para 5 milhões de hectares (2006-2018), demonstrando que economia e preservação podem caminhar juntas, desde que haja diálogo, acordo e inteligência compartilhada.

A falta de diálogo e do alinhamento de informações oferece campo fértil para a falta de confiança entre produtores e compradores, os hemisférios Norte e Sul, o governo e a sociedade civil, dificultando e tornando os trabalhos das redes inconclusos e ineficientes. Ficam assim comprometidas as possibilidades de construção de soluções inteligentes que combinam interesses econômicos, ambientais e sociais.

Como já dito, não há soluções simples para problemas complexos. Não há soluções apenas públicas, tampouco privadas. Não há bandidos e mocinhos; todos são parcialmente responsáveis pela transformação. Só precisam sentar e compor. As instâncias multilaterais, públicas e/ou privadas, que promovem diálogos a partir de uma inteligência compartilhada, são essenciais e precisam ser preservadas sob pena de um retrocesso cujos efeitos serão sentidos por muitos anos. Essa é a única alternativa diante da maior de todas as crises que estamos e ainda vamos seguir enfrentando.

*Fabíola Zerbini é Diretora Regional da TFA (Tropical Forest Alliance) para a América Latina. Doutora em Ciência Ambiental pelo PROCAM/USP.

DICA

Se você quer ajudar ao próximo, ao abandonado, não dê esmolas nos semáforos. Ajude instituições que sabem como ajudar estas pessoas.

MANIFESTAÇÕES

Pelo Brasil, pró Bolsonaro, e contra as imundícies de sempre foram um show. Civilidade, patriotismo e verde e amarelo. Diferente dos esquerdopatas. Prefiro ser um Bolsomition, a ser um Lulanático.
FRASE
” A solução para esta crise política da pandemia no Brasil, é a corrupção, leia-se Rodrigo Botafogo Maia, Aldislumbre, Dia$$$Toffoli e Cia tomar o rumo da direita, que não gera receitas para seus bolsos.”

LEITURA

O AVIADOR – Saint Exupéy – Antoine Jean-Baptiste Marie Roger Foscolombe, Conde de Saint-Exupéry, popularmente conhecido como Antoine de Saint-Exupéry foi um escritor, ilustrador e piloto francês, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.

ABRAÇOS

Coluna Opinião Formada – Walter Lemos Filho – E-mail: walterlemos1961@gmail.com

https://chat.whatsapp.com/D7vhA0aRnv1AwiF51xznxl

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