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O controlador-geral do Estado, professor Luiz Felipe Ferreira, pediu exoneração nesta segunda-feira (29/06/2020).

A demissão está sendo interpretada como “a barra pesou”, “o que estou fazendo aqui”, “vou cair fora antes que sobre prá mim”.

Ferreira não tem nada a ver com o rolo dos respiradores, porém ele era o “controlador-geral”, um cargo que é justamente o de fiscalizar “bobagens” que estiverem ocorrendo dentro do governo do Estado que possa dar rolo na justiça.

Pois bem! A compra de 200 respiradores acabou “explodindo”, provocou a prisão do ex-secretário de Estado da Casa Civil e está alimentando o discurso da oposição de que é necessário afastar o governador Carlos Moisés da Silva do cargo.

Professor Luiz Ferreira foi um dos primeiros a serem ouvidos na CPI dos Respiradores quando houve a “gafe”.

Um dos deputados perguntou se Ferreira não informou o governador do problema da compra dos respiradores e ele disse, em alto e bom tom, que não tinha o número do celular do governador.

Os deputados ficaram boquiabertos. Como assim, o controlador-geral do Estado não ter o número do celular do governador?

É claro que o número do governador do Estado é secreto. Não pode estar aberto ao público. Só autoridades de alto escalão possuem esse número.

Mas o controlador-geral do Estado não é um funcionário qualquer de baixo escalão. Pelo contrário, é uma autoridade importantíssima. Se houver algum problema, ele precisa contatar rapidamente o governador.

No entanto, Ferreira disse que não conversava com o governador do Estado porque simplesmente não tinha o número dele.

 

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