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Um detalhe interessante. Os norte-americanos transformaram a história da conquista do oeste dos Estados Unidos em literatura e filmes. Quem não se lembra dos filmes de faroeste e das aventuras de Billy the Kid?

Os japoneses transformaram os samurais, os antigos guerreiros do Japão medieval, também em literatura e filmes, além de gibis chamados “Mangá”.

Já o Brasil tinha, em seus primórdios, índios canibais, os tupis. Eram milhares de índios em constante guerra. Quando eles aprisionavam guerreiros capturados, os tupis simplesmente os comiam em rituais canibais.

Mas diferente do que ocorreu nos Estados Unidos e no Japão, no Brasil a história dos índios canibais, da guerra entre Portugal e França pelo domínio das terras brasileiras e das infindáveis guerras entre os selvagens, não se transformou em literatura.

Não temos hoje romances cujo cenário foi essa época dos primórdios do Brasil. Não temos uma série de filmes com historietas envolvendo os canibais. Os tupis não viraram historinhas em quadrinhos.

Enfim, o tema não foi explorado comercialmente tal como os norte-americanos e japoneses fizeram com relação a temas de suas histórias nacionais.

 

Ozias Alves Jr

E-mail: reportagemjbfoco@gmail.com

 

Canibalismo tupi. (Foto Hans Staden 1557)

 

Faroeste. (Google Images)

 

Mangás de samurais. (Foto Google Images)

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