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Qual a utilidade prática de ler um romance ou assistir a um filme? A literatura, seja escrita ou cinematográfica, é uma oportunidade de tirarmos lições para nossas vidas.

Eu era adolescente quando assisti, na década de 1980, ao filme “Conan o Bárbaro” (1982), protagonizado pelo então novato ator, Arnold Schwarzenegger.

Este filme lançado em 1982 conta a história de um garoto que presenciou sua aldeia ser massacrada por um exército de saqueadores e sua mãe decapitada ao seu lado pelo líder dos assaltantes, um cruel feiticeiro psicopata chamado Thulsa Doom.

O menino em questão virou escravo e, tendo passado anos empurrando uma roda de moinho, virou um musculoso. Tratava-se do personagem principal da obra, Conan, o escravo que virou gladiador e depois conquistou a liberdade (não me lembro se fugiu ou por obra de algum benfeitor) e decidiu vingar-se tentando  localizar aquele misterioso feiticeiro, o líder de uma seita interpretado pelo ator James Earl Jones.

Depois de quase 40 anos tendo visto este filme, é claro que não vou lembrar-me de todos os detalhes, mas uma cena me chamou a atenção. Foi a do Conan ter sido capturado e estava diante do dito feiticeiro Thulsa Doom.

Torturado e ensanguentado, Conan disse: “Você matou a minha mãe. Você matou meu pai. Você matou meu povo. Você tirou a espada de meu pai”.

“Deve ter sido quando eu era jovem”, respondeu o feiticeiro com total indiferença à dor de Conan e sem o mínimo pingo de remorso, o que se esperaria de uma pessoa decente, porém estávamos diante de um assassino psicopata e megalomaníaco manipulador de multidões.

Como diz o ditado, “pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Thulsa não sentia o mínimo remorso pelos crimes e sofrimentos que provocou ao longo da vida.

Mas o destino acabou cobrando o preço. No final do filme quando Conan conseguiu penetrar numa construção na montanha em cima da qual o feiticeiro discursava diante de milhares de seus adeptos.

Thulsa Doom encontrava-se sozinho, desarmado e com uma tocha em uma das mãos, em cima daquele parlatório quando Conan chegou por trás. O feiticeiro virou-se, encarou Conan e, vendo que o invasor estava armado com uma espada, passou a falar para hipnotizá-lo.

Estava quase conseguindo desacordar Conan, mas este sacudiu a cabeça desferindo um golpe de espada no pescoço de Thulsa.

A multidão que se encontrava na montanha abaixo assistia a cena horrorizada. Afinal de contas, o feiticeiro em questão era visto como um “Deus” vivo e a divindade deles estava sendo morta que nem uma galinha apavorada, algo completamente diferente da imagem do que fora outrora aquele arrogante guerreiro decapitador que matava pelo simples prazer de matar.

Numa rapidez meteórica, com mais dois golpes, Conan cortou a cabeça de Thulsa e lançou-a montanha abaixo, consumando-se o fim inglório do “Deus” feiticeiro.

A grande lição do filme pode ser resumido no seguinte e simplérrimo ditado popular: “aqui se faz, aqui se paga”.

 

Ozias Alves Jr

E-mail: reportagemjbfoco@gmail.com

Conan vinga-se do feiticeiro que matou seus pais no final do filme. (Foto Reprodução You Tube)FILME

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