Nesta semana, as redes sociais dos moradores da Grande Florianópolis receberam fotos prá lá de polêmicas do prefeito da capital, Gean Loureiro, mantendo relações sexuais com uma funcionária dentro de seu gabinete.

O problema não está exatamente aí, tirando a esposa de Gean, que não deve estar muito feliz em saber que o marido foi pego com a boca na botija, como se diz popularmente, mas sim na acusação da mulher com quem Gean teve relações sexuais: ela registrou um BO (Boletim de Ocorrência) alegando ter sido forçada a isso sob pena de perder o emprego.

Independente se foi ou não sexo consensual, o vereador Maikon Costa, de Florianópolis, ingressou com um pedido de instalação de uma CPI e solicitação para que Gean seja afastado do cargo imediatamente.

Aqui os argumentos: “Acabo de protocolar o pedido de instauração de comissão processante (CPI) visando apurar os fatos relacionados à quebra de decoro do chefe do executivo.

Este é o primeiro passo para a sua cassação. Quanto ao fato criminal isto compete à Polícia Civil.

O melhor mesmo era o prefeito pedir afastamento do cargo, por ter utilizado sua posição hierárquica, o horário de trabalho e o espaço público e para fazer sexo.

Cabe lembrar que o próprio Gean articulou para que eu fosse cassado por quebra de decoro por ter concordado com um jornalista que afirmou que a Câmara parecia um “puteiro”. E agora Gean fez a prefeitura de motel. Saímos do campo das palavras e entramos no campo da ação. Isso sim é quebra de decoro.

Agora veremos como a base governista, que tentou me cassar com 13 votos, irá se comportar.

 

Gean Loureiro em fotos que vazaram de sexo com funcionária. (Foto Divulgação)

 

Episódio do sexo acabou provocando uma onda de gozações nas redes sociais. (Foto Divulgação)

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