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O Coronel Peres, candidato a prefeito de Biguaçu pelo Patriota, ficou em quarto lugar nas eleições 2020, o que deixou muito triste uma legião de amigos dele.

Mas por que isso aconteceu? É preciso levantar mais detalhes, porém é fato que o Coronal Peres foi alvo de perseguições. Pois vejamos.

Em 2018, logo depois da vitória de Jair Bolsonaro para presidente e Carlos Moisés para governador do Estado, o Coronel Peres já era cogitado para ser o candidato a prefeito de Biguaçu pelo PSL, o partido que elegeu o presidente do Brasil e o governador de Santa Catarina.

Porém Carlos Moisés, que se elegeu surfando em Bolsonaro, logo o renegaria, o que, no final das contas, acabou contribuindo para sua derrocada.

Mas o interessante foi o seguinte: o boicote que Peres sofreu no PSL. Na realidade, a ordem era muito simples: não deixá-lo a se criar dentro daquele partido.

A história é longa e dá um livro, mas sabe-se que Peres foi boicotado e, no final, acabou sendo lançado-se por um pequeno partido. Detalhe: sem coligações.

Peres foi ao campo de batalha, mas o exército muito pequeno e o resultado foi o quarto lugar.

A questão agora é: Peres voltará ao campo de batalha em 2024? O que fará até lá para conquistar aliados e manter a chama de sua candidatura?

Nome íntegro, honestidade, reputação ilibada Peres tem. Agora é recompor as bases e já trabalhar para daqui a quatro anos.

 

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