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André Clementino, candidato a prefeito de Biguaçu pelo PSL, teve uma performance nada mal para quem estava enfrentando vários obstáculos, que são os seguintes.

Em primeiro lugar, André enfrentou, no momento em que estava preparando sua candidatura a prefeito, o processo de destruição política de seu padrinho no PSL, Douglas Borba, ex-secretário da Casa Civil do governo do Santa Catarina, no episódio da compra de respiradores em abril este ano.

André não tem e não tinha nada a ver com a “bronca” dos respiradores, mas como Douglas era seu “padrinho”, sofreu ataques por causa disso.

Em segundo lugar, André não tinha o “exército” do MDB, seu antigo partido de onde saiu devido a críticas diversas que teceu. Muito menos, tinha o “exército” do candidato da situação, Vilson Alves.

Em suma, André estava no campo de batalha entre duas forças políticas tradicionais na cidade, sem falar das outras candidaturas.

No final, conseguiu ficar em terceiro lugar e, ainda por cima, com uma votação de respeito.

Mas o que isso tem a ver com o futuro político de André e as eleições 2024?

 

FUTURO

André foi tema de algumas conversas políticas nesta semana. A questão que se discutiu foi a seguinte: André deve ou não ser “ignorado”?

André deveria ser (re)convidado a filiar-se no MDB e fortalecer o partido? Deixá-lo “livre, leve e solto” não seria dar a chance de ele compor-se com o PP e PSD nas eleições de 2024 e fortalecer essa coligação? Ou André já é um futuro “Cachorro Morto” que só precisa marcar a data do enterro?

Estas foram algumas questões abordadas envolvendo o nome dele.

 

André Clementino. (Foto Arquivo JBFoco)

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