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O que não se aceita na política é a traição. O candidato a prefeito de Biguaçu Marconi Kirch pelo DEM tinha a garantia de que seus aliados não seriam exonerados dos cargos dentro da prefeitura municipal. Esse acerto de fio de bigode já tinha sido homologado entre Kirch e o prefeito Ramon Wollinger.

Marconi era da base aliada e acabou lançando-se a candidato a prefeito prejudicando a candidatura de Vilson Alves (PP) a prefeito do município.

A coluna não sabe de quem foi a brilhante ideia de exonerar os aliados de Marconi em plena campanha eleitoral, mas esse ato acabou levando candidatos a vereadores do DEM a pedirem votos a Salmir Silva para prefeito aumentando o apoio do emedibista.

Oras, se fossem fazer esse ato de traição contra Kirch, que o fizessem na mesma hora que Marconi bancasse sua candidatura solo, mas não no decorrer do pleito eleitoral.

O canetaço de exoneração de Ramon foi mais uma “ajudinha” dele ao seu candidato Vilson. Deveriam dar um troféu burrice para quem lançou essa pérola.

Marconi (DEM) perdeu votos depois que alguns de seus candidatos a vereadores e lideranças do partido passaram a pedir voto para Salmir depois que o prefeito exonerou democratas da prefeitura. (Foto Arquivo JBFoco)

 

Vilson Alves viu a candidatura de Salmir crescer depois do canetaço de Ramon. (Foto Arquivo JBFoco)

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