O vereador reeleito de Biguaçu, Fernando Pissudo (PP), alega que foi vítima de injustiça ao ser alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público por causa da ampliação de sua casa, no bairro Praia João Rosa.

Segundo Pissudo, houve um erro de engenharia que resultou na falta de 10 centímetros no recuo da obra.

De acordo com o vereador, foi um erro detectado por um fiscal e que, pelo fato de ser um vereador, este mesmo funcionário da prefeitura, por motivos desconhecimentos, resolveu levar a conhecimento ao Ministério Público. Este acabou abrindo uma investigação.

Segundo o vereador, o problema do erro dos 10 centímetros de avanço no limite máximo de recuo está sendo resolvido, porém Pissudo alega há mais de 1.500 processos dentro da prefeitura de Biguaçu questionando recuos de obras. Porém os donos dos imóveis com esse problemas “não vão para jornal”. Como Pissudo é vereador, seu caso acaba sendo noticiado enquanto que outros ficam no anonimato.

Pissudo alega que o problema do recuo não é nada fora do comum, porém o simples fato de ter sido estampada essa história do recuo de sua casa no jornal dá para a população a ideia de que ele teria feito algum “crime” só porque envolve ministério público.

É claro que não tem nada a ver. Não foi crime, nem irregularidade com contas públicas. A “bronca” toda resume-se a recuo de 10 centímetros acima do permitido. Pissudo alega que não sabia, que foi um erro de engenharia e que não imaginava que isso acabaria indo parar em Ministério Público.

 

Ministério Público apresenta denúncia contra Vereador Pissudo e ex-Secretário Matheus Hoffmann

 

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