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Karoline Wollinger, irmã do ex-prefeito de Biguaçu, Ramon Wollinger, foi exonerada do cargo pelo atual prefeito, Salmir Silva (MDB).

Até aí, nada demais pelo simples fato de que isso é normal quando assume uma nova administração na prefeitura.

Porém o contribuinte biguaçuense teve de arcar com mais R$ 80 mil para ver-se totalmente livre da família Wollinger da prefeitura de Biguaçu, depois de uma administração repleta de problemas graves e questionamentos no ar até agora não respondidos.

É que Karoline está grávida e, pela legislação trabalhista, ela tem uma série de direitos, entre os quais o de receber continuar a receber salário até quatro meses depois do nascimento da criança.

Karoline, que era secretária de governo na administração do irmão, recebia salário de mais ou menos R$ 8 mil.

Segundo a legislação trabalhista, uma funcionária não pode ser demitida da prefeitura se estiver grávida.  Karoline engravidou no final do ano passado e a regra é que ela continue a receber salário até 120 dias (quatro meses) após o nascimento da criança.

Na exoneração, o prefeito Salmir preferiu pagar tudo adiantado, isto é, pagou a verba indenizatória de R$ 80 mil, que é o salário dela adiantado até 23 de outubro de 2021.

 

 

Karoline Wollinger, que engravidou no final do ano passado, recebeu R$ 80 mil para ser exonerada do cargo. (Foto Arquivo JBFoco)

 

Exoneração de Karoline Wollinger datada de 16 de fevereiro último. (Foto Reprodução)

 

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