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Por volta das 9h da manhã de segunda (22/02/2021), uma mulher de 43 anos de idade foi encontrada morta atrás de uma churrascaria no bairro Janaína, Biguaçu.

Saiu na imprensa na ocasião que a mulher, que não portava documentos, teria sido jogada do alto de um galpão cuja altura era de seis metros e não resistiu a queda.

Aqui o registro da ocorrência segundo a polícia: “Trata-se de ocorrência de Homicídio – Doloso, que a guarnição foi acionada via Central Regional de Emergência, chegando no local foi feito contato com a solicitante que informou que um casal de amigos chegou até sua residência informando que haviam empurrado uma mulher de um local alto de 6 a 8 metros e a mesma havia morrido, que feminina G.E estava muito alterada e o masculino G.J.R estava muito nervoso, a guarnição do PPT esteve no local apoiando na ocorrência. Paralelo a estava ocorrência a guarnição do Ronda foi empenhado em uma outra ocorrência de encontro de pessoa morta, que após entrevista aos dois detidos foi constatado de se tratar da mesma ocorrência, então foi dado voz de prisão e conduzido até a delegacia de Polícia Civil de São José para os procedimentos cabíveis. Esteve no local polícia cívil, IML e a perícia com o perito Emerson Cechrtto. Como a vítima estava sem os documentos até o momento não tinha sido identificada.”

 

CONTESTAÇÃO

Uma mulher, que pediu para não ser identificada e dizendo-se amiga há 20 anos da assassinada, alega que essa história de que a vítima fora “jogada de cima de um galpão” não procede.

“Ela foi assassinada a facadas e parece que os vídeos de segurança tanto da churrascaria quando do depósito do Koerich conseguiram flagrar o momento do assassinato”, disse a mulher.

O crime ocorreu por volta das 23h de domingo (21/02/2021) e, conforme já dito no início desta matéria, segundo o que relatou a amiga da vítima, o corpo só foi encontrado na manhã seguinte.

Se a informação de que há esse(s) vídeo(s) estiver correta, a(s) gravaç(ões) pode(rão) atestar a participação e, quem sabe, a identificação de um terceiro criminoso na cena do esfaqueamento.

 

PROSTITUIÇÃO

Não estamos divulgando o nome da vítima porque a mesma deixou duas filhas- uma de 12  e outra de 13 anos de idade- e trabalhava como prostituta para sustentá-las, conforme o depoimento da amiga.

Segundo esta amiga, o crime aconteceu porque Joana (nome fictício) estava fazendo programa num ponto próximo e que o gigolô teria ficado enfurecido talvez por ela estar “invadindo” o espaço de uma outra prostituta.

Esse gigolô estava com uma mulher, que teria participado do crime. Os dois atacaram a vítima quando esta se encontrava atrás da churrascaria, que naquele momento encontrava-se vazia por causa do avançado da hora.

Segundo a amiga da vítima, havia um terceiro, um homem, que teria servido de “isca” atraindo a prostituta para o local onde houve o assassinato. Ou seja, segundo a amiga, o crime fora premeditado.

 

VÍTIMA

Joana era mãe solteira e, de dia, recolhia latinhas de alumínio para revender na reciclagem e fazia faxina. À noite, fazia programas.

“Sei que a sociedade julga, mas ela não era bandida. Ela se prostituía porque não tinha emprego para poder sustentar suas duas filhas. Ela tinha um coração do tamanho do mundo. Você sabia que ela doava cestas básicas, mesmo que era pobre? Os assassinos delas deixaram duas crianças órfãs”, conta.

De acordo com essa amiga, a assassinada era do bairro Janaína. Seus pais já são falecidos e seus irmãos moram fora.

 

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