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Para perguntas idiotas, a tolerância é zero. Mas e quando as respostas são idiotas, o que dizer? Como definir, um jovem que responde a questão de uma prova, cuja pergunta é, “o que são gases?” E a resposta: “São puns.” E depois ainda dizem que eles serão o futuro da nação… Como? Responda quem for capaz!

Esse fato é verdadeiro e aconteceu em uma escola pública de São Paulo. Mas gracinhas e absurdos como esse, não param por aí não! Que tal uma olhada nas muitas redações das provas de vestibulares? Mas cuidado, porque as narrativas podem fazer mal a saúde e arrepiar os cabelos de qualquer um.

Bem pior, uma prova feita no final do curso de medicina de uma faculdade também de São Paulo, onde alunos não sabiam nem responder o que é um simples resfriado, que dirá, diagnosticar. E para ficar um pouquinho pior, porque nada está tão ruim que não possa piorar, todos eles se formaram. E é por essas e muitas outras, que maus profissionais estão por todas as partes, infelizmente.

Agora perguntem à esses moleques inconsequentes, qual o linguajar e a escrita comuns das redes sociais para verem se não está na ponta da língua de cor e salteado. A escola, para muitos deles, só um espaço de coleguismo e namoricos, estudar que é bom, zero!

Infelizmente, muitos só caem na real quando já é tarde demais. E neste mundo cada vez mais individualista e competitivo, não dar importância ao estudo pode ser o tiro fatal no próprio pé porque as oportunidades vêm e vão e, atualmente, elas passam mas não estão tendo mais tempo de voltar.

E como já dissemos aqui em outras ocasiões, redes sociais são para quem já se estabilizou na vida. No mais é meter a cara nos estudos para ter ao menos uma chance que seja neste disputadíssimo mercado de trabalho. E não adianta optar pela formação à la vonté, porque você pode enganar à todos, inclusive a si mesmo, mas a vida, essa ninguém engana!

Adriana Costa Alves

 

 

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