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Aguinaldo Nau, serralheiro que trabalha no bairro Universitário e que é praticante de voos em parapente, enviou ao JBFoco fotos sobrevoando o cemitério municipal do Fundos, e as imagens áreas mostram uma situação preocupante: a falta de espaço no principal cemitério de Biguaçu.

A situação não é simples para se resolver. Uma solução poderia ser a instalação de um crematório. O problema é o custo, inviável às famílias mais humildes. Por outro lado, a ampliação do terreno do cemitério. O problema é ter verba para comprar terrenos, ainda mais que, com o crescimento da cidade, tornaram-se bem mais caros.

Uma terceira solução seria construir gavetas, isto é, substituir gradativamente o sepultamento no solo por construções onde os caixões são colocados verticalmente, como se fossem  pequenos prédios. Isso é uma decisão que cabe à prefeitura.

No finados do ano passado, o prefeito Ramon Wollinger (PSD) informou que o cemitério do Fundos iria passar por obras, principalmente para resolver um problema sério no local: a falta de ruas e algum sistema de organização. Achar túmulos naquele cemitério literalmente caótico é quase que tarefa para detetive. Não há quadras nem  números e sequer ruas para acessá-las. Para muita gente, principalmente que vem de fora para visitar os túmulos de entes queridos já falecidos e sepultados naquele cemitério, é o maior transtorno ter de entrar nesse labirinto caótico de sepulturas por todos os cantos sem algum tipo sistema de organização para facilitar o trabalho de busca.

 

Cemitério do Fundos, Biguaçu. (Foto Aguinaldo Nau)
Cemitério do Fundos, Biguaçu. (Foto Aguinaldo Nau)

 

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