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O leitor se lembra do caso do advogado idoso, Felisberto Córdova, que, num julgamento no TJ (Tribunal de Justiça), denunciou publicamente o desembargador Eduardo Gallo de supostamente estar cobrando “propina” num caso que está sendo julgado pelo citado tribunal?

Pois bem! Acaba de sair uma decisão do órgão especial do Tribunal de Justiça. Por 16 votos a sete, os desembargadores decidiu afastar o colega Eduardo Gallo por quatro meses e meio de suas funções. Decidiram também instalar um Processo Administrativo Disciplinar para apurar denúncias contra Gallo.

Trata-se de uma decisão inédita que nunca antes houve nos 100 e poucos anos de história do TJ de Santa Catarina.

O caso do advogado idoso está sendo julgado em separado. Eduardo reponde por outras duas denúncias: uma de suposta influência na aquisição de casa comercial na capital Florianópolis e outra em que o desembargador afastado apareceu nu num vídeo mostrando supostas agressões cometidas por sua ex-esposa.

Se condenado, Gallo será “punido” com a “aposentadoria compulsória”.

 

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