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Ainda não sabemos quanto foi gasto para construir o novo posto de saúde do bairro Prado, ao lado da Escola Donato Alípio de Campos, mas a rampa de acesso, o elevador e um “embelezamento” na frente estão custando R$ 115,5 mil.

O posto em questão é aquele “famoso” que a prefeitura construiu, mas “esqueceu” de providenciar a rampa de acesso, pois a casa foi construída em cima de uma pedra. O caso virou até chacota estadual: o posto sem acesso, ou seja, onde tinha que se escalar a pedra para chegar lá dentro.

Gostaríamos de chamar a atenção para o seguinte detalhe: a prefeitura está gastando mais R$ 115,5 mil nesta obra. Nem sabemos quanto foi gasto na obra toda.

Nada contra. Está sendo instalado agora um elevador que acreditamos tratar-se do item mais caro da obra.

Segundo dados da internet, um elevador custa em média R$ 26 mil e seu preço eleva-se quanto maior for o número de andares do edifício. No entanto, o posto de saúde do Prado só tem um andar.

Vale lembrar que há elevadores para atender cadeirantes e idosos que custam por volta de R$ 13 mil, desde que seja para um andar, como é o caso do posto de saúde em questão. Então, “arredondemos” para o dobro, R$ 26 mil.

Fazer contas não ofender ninguém: como é que a prefeitura está gastando mais R$ 115,5 mil com elevador e rampa? Sim, é uma pequena rampa de acesso e um elevador.

Os R$ 115 mil são o complemento da obra, mas será que tinham de estar custando R$ 115 mil?

Bom! Não somos engenheiros nem sabemos como é feito o cálculo, mas se quisermos que o dinheiro de nossos impostos rendam, precisamos ser mais “pão duro” e reclamar quando a obra está cara demais.

 

OUTRO PROBLEMA

A população do bairro Prado, um dos mais populosos de Biguaçu, não aguenta mais ter de deslocar-se até o centro de Biguaçu, mais precisamente até a rua São José. Este posto de saúde do centro da cidade está atualmente “improvisadamente” atendendo moradores do Prado e Saudade.

Vale lembrar que tem moradores que vão a pé do Prado até o centro de Biguaçu. Não tem problema algum. Mas é um risco de vida. Por quê? Os moradores são obrigados a atravessar a única ponte, a da BR-101 sobre o rio Biguaçu. Nas laterais antes e depois da ponte, não há muretas de segurança. Se algum carro desgovernar-se e, lá embaixo, estiver algum transeunte passando na rua lateral da BR, é risco de morte na certa. Já solicitamos a instalação de guard rail ou mureta de proteção, mas, até o presente momento,  nem uma resposta recebemos.

Até quando o Prado vai esperar pela reconstrução da antiga ponte que liga o centro de Biguaçu àquela bairro?

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