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Falta de respeito com a câmara. Esta é a definição do vereador Salmir da Silva (MDB) com relação à verdadeira “enrolação” do prefeito Ramon Wollinger (PSD) com relação a um pedido de informações feito mês passado e até agora não respondido.

Salmir e os vereadores da bancada do MDB, Magali Prazeres, Nino e Maneca Andrade assinaram um protocolo solicitando esclarecimentos da prefeitura com relação ao Instituto Isev, empresa contratada para administrar os postos de saúde do município.

Os vereadores querem saber se procede a informação dada pelo vereador Marconi Kirch segundo o qual o instituto Isev conseguiu uma liminar na justiça que o autoriza a receber da prefeitura mesmo sem apresentar certidões negativas de débito.

Por lei, a prefeitura não pode pagar nenhum fornecedor sem que este não esteja quite com o pagamento de impostos.

Segundo Salmir, o instituto Isev teria conseguido essa liminar, que na realidade é uma “Certidão Positiva com Efeito Negativo”, isto é, parcelou dívidas tributárias prometendo pagá-las a prestação.

O vereador Salmir quer, no entanto, que a prefeitura responda oficialmente e esclareça o que está acontecendo.

Por outro lado, o vereador chama a atenção para o fato de que inúmeros funcionários da Isev em Biguaçu vêm afirmando que o instituto citado supostamente continuaria não depositando FGTS e INSS dos servidores. Se a informação proceder, a liminar já teria caído por terra.

O imperdoável da história é o prefeito Ramon literalmente empurrar com a barriga para não responder. Se o prefeito continuar dessa maneira, os vereadores peemedebistas pretendem ingressar com um mandado de segurança na Justiça para que seja-lhes garantido o direito de receber resposta ao questionamento. Salmir salienta que o prefeito é obrigado a responder “doa a quem doer”.

 

Salmir da Silva: questionamentos não esclarecidos. (Foto Arquivo JBFoco)

 

Magali Prazeres acompanha o desenrolar das discussões sobre a mudança de empresa que irá administrar os postos de saúde. (Foto Arquivo JBFoco)

 

 

FUNCIONÁRIOS

A vereadora Magali Prazeres (MDB), que é enfermeira de profissão, literalmente foi “bombardeada” com servidores procurando-a desesperados na última quarta (16/05) por causa da notícia da “demissão em massa” de funcionários da ISEV, cujo contrato expirou.

No entanto, dois dias depois, a prefeitura e o próprio ISEV informaram que a tal notícia não passou de um boato, isto é, o anúncio de que funcionários seriam demitidos e postos de saúde fechados não procederia.

Para Magali, o que aconteceu foi que a prefeitura deu um passo atrás para tentar reverter a repercussão negativa da notícia.

Magali pretende pronunciar-se na tribuna da câmara sobre os problemas dos postos de saúde de Biguaçu e, quem sabe, participar da reunião (se não for barrada) que deverá ocorrer hoje (segunda, 21/05) entre a prefeitura e o instituto ISEV. Na ocasião, serão discutidos os termos do desligamento do instituto com a prefeitura.

Para a vereadora, os problemas estão longe de ser resolvidos. Ela questiona se será feita nova licitação para contratar empresa para administrar os postos municipais de saúde ou será escolhida alguma OS (Organização Social) literalmente às pressas?

Por outro lado, Magali protesta com relação à falta de atualização do portal da transparência da prefeitura e o fato do prefeito Ramon simplesmente enrolar o máximo para não responder questionamentos dos vereadores da bancada da oposição.

 

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