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Pra variar vai acabar em Pizza a licitação da contratação de quase 1 milhão de reais em banheiros químicos, aquelas famigeradas patentes ambulantes.

O que ficou claro na explicação oficial da PMB é que, apesar de se licitar essa quantia quase milionária, o valor total, não vai ser obrigatoriamente gasto com isso. Mais uma história para boi dormir.

Essa explicação agora, depois de meses de questionamentos, foi bem treinadinha com o objetivo de convencer os leigos. Até porque esse negócio de que não se vai gastar o total deve-se ao fato que o valor da licitação tornou-se público através desse jornal e da péssima repercussão que ocasionou na opinião pública.

Imaginem tentar justificar esse gasto? E por que licitar quase R$ 1 milhão se o valor não vai ser utilizado?

E os gastos anteriores de outros governos, que não chegam nem em 20% dessa quantia, já não seria uma justificativa para não licitar essa cifra milionária?

Recentemente licitaram R$ 180 mil reais em cafezinho e voltaram atrás e cancelaram esse absurdo.

 

RIR PARA NÃO CHORAR

Outro argumento utilizado para se licitar quase 1 milhão de reais em patentes foi que a solicitação desses itens podem surgir de uma hora para outra.

Um exemplo é se um escola tem o banheiro estragado e precisa urgentemente dessas unidades para atender as necessidades fisiológicas dos alunos e professores. Por isso vale ter uma sobra considerável para esse tipo de emergência.

Só faltou alguém da prefeitura apresentar um cálculo de como é a demanda do uso do banheiro num evento, por exemplo. Essa equação matemática justificaria se a PMB alugasse mais ou menos banheiros químicos.

Existe o IMPOSTÔMETRO, aparelho que calcula em tempo real o quanto o brasileiro gasta em impostos.

Em Biguaçu iria surgir o DEFECÔMETRO, aparelho que calcula o quanto se utiliza a patente numa ocasião. Já que essa averiguação não dá para ser em tempo real, está justificado o gasto de quase R$ 1 milhão de reais em patentes.

Viva ao Brasil e a PIZZARIA Biguaçu.

 

MADEIRA

A secretaria de Administração da prefeitura de Biguaçu enviou ofício a todas as outras secretarias municipais para que estas informassem quanto da madeira precisavam.

Vieram as respostas e os cálculos foram feitos. O valor deu R$ 2 milhões.

A prefeitura iria fazer uma licitação para que fossem comprado um lote de R$ 2 milhões em madeira. São tábuas para obras, esquadrias, troncos, enfim, tudo que fosse de madeira para as necessidades da prefeitura.

Mas, como já deu o maior rolo da história do quase R$ 1 milhão na licitação para aluguéis de banheiros químicos, imagine qual seria a repercussão se a prefeitura de Biguaçu licitasse uma compra de R$ 2 milhões em madeira.

Certamente a opinião pública não iria aprovar e, se bobear, a bancada oposicionista poderia até mesmo pedir o impeachment do prefeito.

Portanto, a secretaria de administração resolveu nem pensar em abrir uma licitação num valor desses.

 

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