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Jornais ADI/Adjori – Qual a sua motivação para ser candidato ao Senado?

RicardoAs candidaturas do PSTU têm a ideia de apresentar nosso programa e as ideias do partido. Independentemente do cargo. A escolha é definida coletivamente. No meu caso, pesou a representação da faixa etária também. 

 

ADI/Adjori – Qual tem sido o seu trabalho para apresentar as propostas do PSTU?

RicardoTemos feito bastante panfletagem. Vamos aos locais de trabalho, principalmente nas fábricas, para o operariado industrial. Por isso a nossa campanha se concentra bastante no Norte do estado, onde a concentração de indústrias é maior, principalmente em Joinville, Jaraguá do Sul e Blumenau. Além da entrega de panfletos e das conversas direta com as pessoas, estamos usando massivamente as redes sociais. É que com o aprofundamento da Lei Eleitoral, que diminui o tempo de propaganda de rádio e TV, fiquei com apenas 4 segundos. Nesse tempo a gente aproveita para fazer uma denúncia: as eleições são uma farsa, uma vez que não garante um espaço democrático para todos os candidatos nas propagandas de TV e rádio.    

 

ADI/Adjori – E como tem sido a receptividade? As pessoas entendem a proposta do PSTU?

RicardoNa verdade estamos em uma campanha nacional, um chamado à rebelião. Mostramos que as eleições não vão mudar as nossas vidas e que, a partir de primeiro de janeiro, qualquer um que seja eleito vai atacar os direitos dos trabalhadores e da juventude pobre. Precisamos nos rebelar contra esse sistema É preciso organização e participação das associações de bairros, grêmios estudantis nas escolas, diretórios centrais nas universidades.  Temos que unir os de baixo para derrubar os de cima.

 

ADI/Adjori – Chegando ao Senado, qual será a sua prioridade?

RicardoSerá a imediata suspensão do pagamento da dívida pública, porque 40% dos recursos da União são destinados ao pagamento dos juros da dívida, uma dívida que já foi paga algumas vezes, segundo a Auditoria Cidadã da Dívida Pública. Poderíamos investir esses recursos em infraestrutura, escolas, hospitais, em um grande plano de obras, refletindo na queda do desemprego. Outra proposta é a cobrança dos tributos e impostos dos grandes empresários. Santa Catarina deixa de arrecadar R$ 6 bilhões por ano. Se os empresários quiserem sair, podem sair, mas as estruturas ficam e os trabalhadores são capazes de administrar as fábricas. São eles que conhecem profundamente a realidade de seu trabalho.

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