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Não tem jeito. Para vencer Jair Bolsonaro, só matando-o a tiros, de preferência através de sniper escondido no alto de algum prédio, pois a facada não deu certo.

Fraudar as urnas eletrônicas é uma possibilidade a ser descartada, pois, numa vitória de Haddad (PT), geraria convulsão social, sem falar que Bolsonaro é do Exército e os militares, em sua maioria, têm simpatias pelo “Capitão”. Ou seja, o tiro sairá pela culatra se forem pelo caminho de imaginar a possibilidade de tentar burlar as urnas eletrônicas.

Na realidade, para os petistas e toda uma miríade de corruptos que exageram na dose entre 2003 a 2016, não há solução alguma a não ser pegar o avião e pedir asilo em Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte.

Se escolherem Venezuela, que levam estoque de comida, pois não vai ser fácil encontrar “rango” nos supermercados venezuelanos. Só se forem morar no palácio de Nicolas Maduro.

VIROU ATÉ MODA!!! 

Venda de camisetas Bolsonaro na saída do viaduto do antigo Furacão 2000, entrada do bairro Praia João Rosa. (Foto JBFoco)

 

Loja do centro de Biguaçu vendendo a camiseta da moda, a do Bolsonaro. (Foto JBFoco)

 

Estou com 45 anos de idade e, até o presente momento de minha vida, nunca vi uma eleição presidencial em que a população não só apoia maciçamente um candidato como também o transforma em camiseta.

É o que está acontecendo com Jair Bolsonaro. O homem está tão popular que já surgiu até um comércio de camisetas com sua estampa sendo vendida nas ruas e lojas.

Aqui em Biguaçu, faz sucesso. As vendas têm sido boas.

 

ELEIÇÕES 2018

A eleição 2018 que deverá eleger Jair Bolsonaro (PSL) presidente do Brasil foi atípica.

Pela primeira vez, o horário eleitoral gratuito não valeu absolutamente nada.

Bolsonaro tinha apenas oito segundos de propaganda eleitoral pela televisão. Os oito segundos mal dão para dizer “Vote Jair Bolsonaro para presidente, número 17.”

Nenhum partido coligou-se com o PSL de Bolsonaro justamente por isso: o objetivo era exatamente o de não dar o mínimo de tempo de televisão para que Bolsonaro pudesse apresentar sua propaganda.

Mas os tempos hoje são outros. Surgiram os smart phones e não há viv´alma (com exceção de pessoas muito idosas) que não tenha um desses aparelhos.

Pelo whattsapp, You Tube, Facebook, entre outras redes sociais, a equipe de campanha de Bolsonaro divulgou sua propaganda eleitoral, seus pronunciamentos e suas críticas e esse material chegou ao grande público num número inimaginável se fomos comparar com a televisão convencional.

Os “cabeças” dos partidos que negaram apoiar Bolsonaro pensando que, reduzindo-o a oito segundos de horário eleitoral gratuito de televisão, estariam “esmagando” o candidato do PSL.

Ledo engano. Aliás, um erro tático sem precedentes, pois “não se tocaram” com o fato de que hoje, 2018, a tecnologia do whattsapp e dos smart phones acabou com o monopólio da televisão para atingir as massas. Perderam o bonde completamente.

 

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