O leitor se lembra daquele caso do transexual morto a pauladas na cabeça numa construção abandonada nos Ingleses, norte de Florianópolis, em março de 2017?

Ontem (quinta, 22/11), a juíza Mônica Prazeres, do Tribunal do Júri da comarca da Capital, sentenciou o réu acusado pelo crime a 12 anos de prisão em “regime fechado”. Apesar de ser réu confesso, seu nome não foi divulgado pela assessoria de imprensa do TJ (Tribunal de Justiça).

Preso desde 23 de abril de 2017, o assassino é natural do sul de Santa Catarina e viva em Florianópolis havia 12 anos. Trabalhava como malabarista em semáforos pedindo trocados. Estava vivendo em situação de rua.

Ao ser preso, confessou ser usuário de drogas e que teria mantido relação sexual antes de matar a vítima.

O que teria acontecido na noite do crime na construção abandonada foi, segundo o réu, a vítima ter acariciado seu órgão genital e, depois de tê-la empurrado, ela teria voltado a tocá-lo, o que desencadeou a fúria do assassino que pegou um pedaço de madeira naquele canteiro de obras e desferido na cabeça do transexual.

O homem alegou no júri que a vítima estava viva quando ele parou de golpeá-la na cabeça. O Ministério Público considerou “hilariante” essa alegação no sentido de “a causa da morte não foi o golpe, mas a demora do atendimento.”

 

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