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Caros leitores. Não é estranho o PT, o PCdoB, o Psol, PSTU e outros partidos de esquerda defenderem tantos os bandidos?

Ficou célebre a discussão entre os deputados Jair Bolsonaro (PSL) e Maria do Rosário (PT). Bolsonaro defendia diminuir a maioridade penal citando o famoso caso do menor assassino psicopata Champinha quando a deputada interviu a favor de uma atitude “humanizadora” para menores infratores. Os dois discutiram e Bolsonaro respondeu-a dizendo que ela “não merecia ser estuprada”, frase esta que deu o maior rebuliço.

Em outro vídeo que circulou nas redes de whattsapp, a senadora comunista pelo estado do Amazonas, Vanessa Grazziotin (PCdoB), gravou vídeo de apoio a uma certa Andreza Ariani Castro, candidata a vereadora em Belém, capital do Pará, no pleito de 2016.

O vídeo deu o que falar. Uma senadora da República ao lado de uma jovem de cabelos pintados de vermelho berrante e tatuada quase que completamente dos braços aos pés. Essa jovem aparecia em outro vídeo convidando os amigos para uma festinha em casa fazendo apologia abertamente a drogas, a “periquitas” (ou seja, que iria rolar muita suruba), sem dizer que muitos dos “malucões” convidados eram bandidos (traficantes, assaltantes e ladrões).

A questão é: por que o PT, PCdoB, Psol, PSTU, entre outros partidos de esquerda, defendem menos rigor contra bandidos em geral? Por que uma senadora como o caso da comunista Vanessa Grazziotin presta-se a aparecer no horário eleitoral gratuito da televisão ao lado de uma notória drogadona que anda com marginais e prostitutas?

Não é estranho isso? Por que a esquerda defende tanto bandidos, prostitutas, legalização do aborto e das drogas?

Para o filósofo Olavo de Carvalho, tais posições, que chocam com os valores da sociedade em geral, fazem parte da atual estratégia da esquerda.

Desde a década de 1950, a esquerda passou a defender a estratégia de que a criminalidade é um forte elemento revolucionado e deve ser incentivado”, observa Olavo citando Herbert Marcuse (1898-1979), o pensador marxista que concebeu a dita estratégia do uso da criminalidade como política de poder.

Karl Marx (1818-1883) dizia que a força revolucionária estava no proletariado (operários). Já Marcuse e os pensadores marxistas do século XX mudaram a ideia dizendo que a “força revolucionária” (isto é, os agentes promovedores da revolução social) passou a ser agora a criminalidade, a putaria e as drogas.

Como assim? Que loucura é essa? A razão é muito simples: é sabido que o comunismo não funciona. Onde é implantado, acaba gerando pobreza. Que o digam Coreia do Norte, Cuba e agora a Venezuela.

A única forma do comunismo prosperar e perpetuar-se no poder é gerar o caos. Ao invés de reprender, prender e, quem sabe, até mesmo aplicar a pena capital, a política de estado é incentivar a “legalização” do crime e das condutas antissociais.

O cidadão comum não pode ter armas em casa. Mas os deputados, senadores e outros detentores do poder andam com exércitos de guarda-costas. Aliás, a insegurança pública instalada no país acabou ajudando os mesmos detentores a investirem num “grande” negócio: o da segurança (alarmes, câmeras de vigilância, guarda-costas etc).

Por que tem tanta droga no Brasil hoje? Por um motivo muito simples: quanto mais jovens drogados, maior é a dominação dos comunistas.

Em resumo, segundo Olavo de Carvalho: quanto mais anarquia, mais destruição dos valores tradicionais de “Ordem e Progresso”, maior é a força dos comunistas disfarçados em PTs da vida. Quanto mais os comunistas estiverem penetrados na grande imprensa, nas escolas, nos tribunais e no Poder, maior será a criminalidade para gerar a anarquia que permitirá as forças do comunismo perpetuarem-se.

Conseguiram destruir a Venezuela e o Brasil estava a caminho, mas Bolsonaro (PSL) ganhou a eleição e seu plano é combater o comunismo, essa ideologia do mal.

Ozias Alves Jr

Editor

 

 

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